Hoje é dia Mundial do Livro e o Gymboree não poderia deixar de o recordar!
No Gymboree os livros são presença constante em muitas das aulas. As crianças gostam! Viajam por diferentes imaginários e, os mais crescidos, comentam as histórias com grande entusiasmo.
Ler apela à criatividade, à curiosidade, ao conhecimento, à escuta activa, à motricidade fina, à imaginação, ao gosto pelo saber... E a lista poderia continuar.
Partilhe connosco como é a vossa relação com os livros.
- Quando começou a ler livros ao seu filho?
- Qual o momento preferido para partilharem a leitura?
- Existe algum livro preferido? Qual?
- ...
Deixe-nos o seu testemunho.
Iremos eleger os 3 melhores testemunhos e estes serão premiados, claro, com 1 livro!
Para que a sua participação seja válida, indique-nos no seu comentário o seu e-mail.
Serão considerados todos os testemunhos realizados até às 24horas do dia de hoje!
I.M.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
11 comentários:
Desde que me lembro, comecei a ler-lhe livros que transmitissem algo positivo e de aventura, ainda minha filha estava dentro de mim.
Desde a primeira infância que lhe lia aquelas estórias maravilhosas clássicas até aos livros da Anita e novidades da altura.
Ela encantava-se com as imagens e o desfecho, e queria sempre que o livro termina-se nesse dia, senao ficava impaciente.
Nosso momento preferido era o Ir Dormir, porque havia antes o Contar de uma nova Aventura.
Para desenvolver sua criatividade acabei por alternar entre o uma noite ler um livro infantil e outro o criar uma estória nova e nossa...Passei a contadora de estórias onde quem escolheria o desfecho seria Ela, minha filhota.
O gosto pelos livros foi inato e a sua criatividade também. E muito me orgulho de minha filhota.
Parece cliche mas a estória favorita continua a ser A Cinderela!
Talvez no íntimo de nós mulheres, qualquer que seja a idade, será sempre o de querer um Final Feliz sendo uma Princesa, mesmo que não o admitemos!
MB
mariaobolinhas@gmail.com
Primeiro foram as imagens que o cativavam, depois vieram as histórias, cheias de cores e imaginação.
Agora o Rodrigo não dispensa uma história ao deitar. Mesmo quando estou cansada e sem vontade de lhe ler uma história ele pede tanto que acaba por me convencer.
Prefere ser ele a escolher o livro e quando acabo de ler, comentamos a história e ele adormece.
Há uma história que ele pede para eu contar vezes sem conta, é a dos 3 porquinhos. Esta eu já devo ter contado mesmo muitas vezes....
Cláudia Neves
clcn@sapo.pt
Não há nada como a magia de um livro e os sentimentos que nos desperta.. Foram esses sentimentos que quis transmitir à filha filha. À noite, espaço partilhado pela família, tempo de confidências e partilha, entramos na nossa própria estória. A filhota mergulha de cabeça e inventa a sua aventura. Pega nas personagens da sua colecção preferida e cria um enredo digno dos melhores romances literários! É assim que a pulguinha deixa de aceitar nos finais felizes da Anita e passa a escolher o destino da personagem! Corre nos sonhos antes de adormecer e espera, com todas as forças, confidenciou-me ela uma vez, que acorde de manhã no mundo do Pedro ,do Pantufa e da Anita!
Ana Lopes
fanty@netcabo.pt
O gosto pela leitura foi-lhe incutido desde muito cedo (ainda não tinha nascido e já eu lhe contava histórias!).
Depois foi ver crescer gradualmente esse gosto, e hoje em dia já não dispensa uma bela história antes de adormecer.
Das mais clássicas às mais actuais, é vê-la delirar com as ilustrações e as peripécias das histórias! Simplesmente uma delícia...
Agora resolvi começar a ler-lhe um dos livros que mais me marcou na infância: "As Aventuras de João Sem Medo", e não é que ela só se ri e fica extremamente ansiosa para saber como vai continuar a história, ao ponto de tentar resistir ao sono, só para eu lhe contar mais um bocadinho!
CS
bolotafm@gmail.com
A minha relação com os livros começou bem cedo e da pior maneira.
Tinha eu os meus quatro anos quando resolvi dar banho a um dos livros do meu pai então folhinha a folhinha arranquei passava pela agua e com uma mola la iam ficando penduradas na corda da roupa.
Claro que depois houve chatices...
Hoje em dia sou completamente fan de livros e para já tenho um trabalho em que para ajudar a passar o tempo o livro acaba por ser o grande amigo.
Gosto de ler de tudo um pouco e quem me tira os livros tira-me um bocado de mim.
Desculpem mas esqueci do email
pedro.colecionador@gmail.com
Em primeiro lugar quero congratular-vos pelo tema do passatempo, que é muito original. Em segundo lugar gostava de deixar o meu testemunho. Estou grávida de 26 semanas e quando recentemente descobri que o Afonso já era capaz de me ouvir comecei a ler-lhe histórias todos os dias. Já lhe li diversas histórias do Clube de Amigos Disney e outras soltas de livros que vou comprando. Por volta da hora do lanche lá vou eu para o sofá de amamentar ler as histórias. Esta ligação é especial, faço as vozes dos personagens e divirto-me tanto ou mais do que ele que sempre me vai dando uns pontapés quando ouve a minha voz. Espero que depois de nascer o Afonso continue a gostar de ouvir as histórias e que tenha desde muito cedo o gosto, partilhado por mim e pelo pai, pela leitura. Ainda é muito cedo para saber se há histórias preferidas mas há uma que lhe tenho vindo a ler aos poucos e que pelas suas mensagens está presente em vários apontamentos no seu quartinho, desde quadros que pintei para ele, a caixinhas de arrumação e que é “O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry. Sonho que o Afonso cresça neste mundo de sonho que nos leva a conhecer outras pessoas, outras vidas e outras culturas e que saiba que na vida assim como num livro “o que vemos é com o coração porque o essencial é invisível para o olhos”.
Vanessa Casais
vcasais@sapo.pt
Ontem, quando era criança e hoje, já mais crescido: O Principezinho.
Mas já lá vou.
O hábito da leitura (ou, no caso dos pequenotes que, naturalmente, ainda não sabem ler), da audição da leitura deve ser um hábito a adquirir logo desde os primeiros dias, como forma de fortalecer os laços entre pais e filhos, desenvolver capacidades intelectuais, fomentar o gosto pela cultura e por algo que seja nutritivo ao intelecto, nestes tempos de consolas, Internet e mundos virtuais.
Por uma questão de horários, o momento de leitura preferido (e quase obrigatório...) é a noite, ao deitar.
E é um regalo ver os olhos brilhantes do miúdo ao ouvir, vezes sem conta, as aventuras e desventuras do Principezinho.
Não é um livro para crianças e também não o é para adultos.
É uma obra belíssima, transversal a todas as faixas etárias e que, por certo, já terá passado por algumas gerações de familias, como quem passa os seus bens mais valiosos para os mais novos que os vão rendendo à face do planeta.
Quem o leu, concerteza saberá do que estou a falar.
Quem não o leu, que não permaneça "em falta" muito mais tempo e aproveite a companhia do Principezinho para uns momentos bem passados junto da pequenada, e para que possam, também eles, ser crianças por alguns momentos.
"Todas as pessoas grandes foram um dia crianças. (Mas poucas se lembram disso)"
Carlos Magalhães
carlos.magalhaes@portugalmail.pt
A doideira pelos livros e pelas histórias é tanta que eu costumo dizer que o V. tem o cérebro repartido em histórias tradicionais (o Capuchinho, os 3 Porquinhos, a Carochinha...)e tudo o que lhe acontece na vida, ele relaciona sempre com uma ou outra história.
Começámos a ler histórias ao V. ainda ele não tinha nascido. Depois, quando tinha dois meses, uma amiga trouxe de Londres um livro de pano e passou a ser um dos seus brinquedos preferidos. Rapidamente lhe aumentamos a colecção. Primeiro em pano, depois os do banho (dos quais gosta até hoje!), os de cartão grosso e os mais finos com imagens e histórias muito simples.
Agora já lemos histórias mais complexas, em livros com folhas normais e ele tem imenso cuidado com eles. Vira as páginas, sabe as frases escritas de cor e demora-se nos desenhos.
Os livros são uma paixão nossa e conseguimos transmitir-lha. Como tal, só há pouco tempo estabelecemos a hora da história ao deitar, porque é um grande incentivo a ir para a cama dormir sem fazer a birra-do-não-quero-ir.
Mas normalmente ele próprio ao longo do dia escolhe as várias histórias que quer ouvir e nós contamos-lhas.
Aliás, uma das saídas preferidas dele é ir até uma livraria (daquelas em que se podem ler livros) e escolher das estantes os os livros que quer ouvir ler.
Livros preferidos?
Acho que a preferência dele vai para os 3 Porquinhos ou o Capuchinho Vermelho (o rapaz é conservador!) mas ultimamente descobriu os livros que também têm puzzles ou os livros com autocolantes e ímanes e tem sido uma perdição.
Eu... eu também posso ter preferências? A Carochinha da Luísa Ducla Soares e os Versos de fazer ó ó, do José Jorge Letria.
Tomara que ele nunca perca este gosto em viajar através dos livros.
Sofia
meiarisca@sapo.pt
A minha relação com os livros de criança, para além da ligação que tive com eles enquanto criança, centra-se na minha relação com a minha afilhada de 5 anos. Desde cedo senti a "responsabilidade" de lhe dar a conhecer o mundo dos livros. E com o passar dos anos os livros foram sendo cada vez mais sofisticados. Hoje é a C. que na livraria escolhe o livro. Demora tempo e mais tempo, estudando-os meticulosamente. Depois, sai da livraria com enorme satisfação de saquinho na mão.
Acredito que para ajudar as crianças a crescer e mesmo a compreender alguns temas, como o nascimento de um irmão, o falecimento de um familiar, o divórcio, a entrada para a escola, a partilha dos brinquedos, entre outros, os livros são uma ferramente altmente valiosa.
P.Rocha
p.rocha.3@netvisao.pt
Escolhi aqui falar de um livro que me marcou desde criança, o primeiro livro que eu me lembro de ter lido a sério... sem ser aqueles livros de miúdos, como uma aventura...
Esse livro foi "Quando Hitler me roubou o coelho cor-de-rosa" de Judith Kerr.
Nessa altura, é certo que já tinha ouvido falar da guerra e no nazismo, mas quando as historias estão tão longe de nós, seja em espaço ou em tempo, acabamos por não as sentir como devemos sentir, especialmente quando ainda não temos a percepção do que realmente é o mundo. E este livro fez-me abrir os olhos para uma realidade completamente desconhecida... a infância perdida de uma menina como eu, uma menina com sonhos cor-de-rosa e com ursos de peluche como animais de estimação. Foi o primeiro livro que me fez chorar... que me fez sair do sitio onde eu estava e mergulhar para dentro dele, porque quando eu o lia, deixava de estar onde quer que estivesse, eu era as letras e as palavras e os espaços que havia dentro dele.
E é incrivel pensar na força que um livro pode ter!! O quanto nos pode toldar a personalidade e fazer de nós pessoas melhores.
Marta Castro
gizmah@hotmail.com
Enviar um comentário