Este post vai ser curtinho.
Apenas para agradecer e fazer uma vénia ao Baby Boom pelo link e simpatia.
O Baby Boom é um dos nossos blogs favoritos. Pela riqueza e quantidade de informação. Pela forma simples mas rigorosa com que aborda os temas. Pleas dicas. Pelos testemunhos. Pelas novidades.
É um exemplo a seguir e uma verdadeira fonte de inspiração!
Obrigado e até breve.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
E o bebé começa a dormir melhor!

E dorme, dorme… mas precisa de se alimentar!Quando embrulhados (1º passo – swaddling), durante as primeiras semanas, os bebés não acordam tanto para serem alimentados. Mesmo assim, os pais devem acordar os seus bebés para os alimentarem.
Os 5 S’s (5 passos) estão a ser ensinados nos Estados Unidos da América em diferentes clínicas e agora também em Portugal, ajudando muitas mães a conseguirem amamentar os seus bebés com sucesso, uma vez que o choro do bebé causa: 1) desânimo; 2) stress e fadiga, diminuindo a produção de leite; 3) a perca de confiança das mães e o aumento das preocupações com o seu leite (“Não será bom?”, “Será alergia a algum alimento?”); 4) as mães às vezes ficam ressentidas ao amamentar quando o peito é a única maneira que encontram de acalmar o bebé; 5) o choro frequentemente leva os pais a pressionarem as mães a parar de amamentar.
É claro que quando o bebé resmunga, as primeiras coisas a fazer são pegar no bebé, amamentar, mudar a fralda… mas se continua a chorar… ou se quer colocar o bebé a dormir, os 5 S’s são uma ajuda preciosa. De facto, têm sido usados por mães de todo o mundo há milhares de anos. F.M.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
O SEU BEBÉ CHORA… PORQUÊ?
A investigação tem mostrado que às 6 semanas de idade, em média, os bebés choram cerca de 3.5 horas por dia.
Algum desse choro será atribuído às necessidades básicas do seu bebé, como a fome ou o desconforto. No entanto, no resto do tempo – na maioria dos casos a maior parte do tempo – o choro aparece sem qualquer razão aparente.
Para muitos recém pais, esta incapacidade de consolar e acalmar o seu bebé pode trazer sentimentos de insuficiência e, em muitos casos, uma preocupação verdadeira de que algo de errado se passa com a criança.
Com nova investigação nesta área, existem especialistas a acreditar que, o que era chamado de “cólica” é actualmente a falta de estimulação. O que isto significa é que um bebé recém-nascido, ao longo dos primeiros meses após o nascimento, sente a falta da vasta estimulação que experimentou durante cerca de 9 meses no ventre da mãe.
Por isso, a melhor maneira para confortar o seu bebé é recriar essa experiência anteriormente vivida no ventre materno.
Para ajudar e ensinar aos pais com bebés que choram bastante, como acalmá-los e ajudá-los a dormir melhor, o reconhecido pediatra e especialista em desenvolvimento infantil, Dr. Harvey Karp, desenvolveu um workshop com o método que imita a vivência no útero materno: The Happiest Baby. Já o ensinou a médicos, enfermeiros e a muitos pais, entre eles alguns conhecidos como Keely e Pierce Brosnan; e já foi convidado a demonstrá-lo em vários programas americanos conhecidos como o Dr. Phill e Good Morning America, entre outros.
Algum desse choro será atribuído às necessidades básicas do seu bebé, como a fome ou o desconforto. No entanto, no resto do tempo – na maioria dos casos a maior parte do tempo – o choro aparece sem qualquer razão aparente.
Para muitos recém pais, esta incapacidade de consolar e acalmar o seu bebé pode trazer sentimentos de insuficiência e, em muitos casos, uma preocupação verdadeira de que algo de errado se passa com a criança.
Com nova investigação nesta área, existem especialistas a acreditar que, o que era chamado de “cólica” é actualmente a falta de estimulação. O que isto significa é que um bebé recém-nascido, ao longo dos primeiros meses após o nascimento, sente a falta da vasta estimulação que experimentou durante cerca de 9 meses no ventre da mãe.
Por isso, a melhor maneira para confortar o seu bebé é recriar essa experiência anteriormente vivida no ventre materno.
Para ajudar e ensinar aos pais com bebés que choram bastante, como acalmá-los e ajudá-los a dormir melhor, o reconhecido pediatra e especialista em desenvolvimento infantil, Dr. Harvey Karp, desenvolveu um workshop com o método que imita a vivência no útero materno: The Happiest Baby. Já o ensinou a médicos, enfermeiros e a muitos pais, entre eles alguns conhecidos como Keely e Pierce Brosnan; e já foi convidado a demonstrá-lo em vários programas americanos conhecidos como o Dr. Phill e Good Morning America, entre outros.
No Gymboree pode aprender esse método com uma formadora certificada que durante o Workshop The Happiest Baby lhe ensina todos os passos que permitem aos pais identificar e parar o choro dos seus bebés.

F.M.
Pais orgulhosos
Durante bastante tempo prevaleceu a ideia de que a natureza teria dado à mulher as ferramentas essenciais para ser a única pessoa responsável pelo bem-estar físico, emocional e social dos filhos. A educação, bem como o cuidado dos filhos, eram encarados como responsabilidades exclusivas das mães. O papel do pai na educação das crianças parecia ser absolutamente secundário. Era visto como o “ganha-pão” da casa e, como tal, era encarado como uma figura ausente, de autoridade e disciplina.
Contrariando esta tendência, nos últimos anos, o pai começou a ganhar destaque na educação e desenvolvimento dos filhos, podendo e envolvendo-se mais e estando mais presente. E, felizmente, algumas medidas governamentais (como a licença parental) têm apoiado os pais neste processo.
Contrariando esta tendência, nos últimos anos, o pai começou a ganhar destaque na educação e desenvolvimento dos filhos, podendo e envolvendo-se mais e estando mais presente. E, felizmente, algumas medidas governamentais (como a licença parental) têm apoiado os pais neste processo.
Actualmente, e como consequência de várias metamorfoses sociais, ambas as figuras parentais tentam conciliar uma vida profissional e uma vida familiar com filhos. A mãe deseja um pai atento e envolvido e o pai deseja-se dedicado, afectuoso e disponível. O pai deixou, então, de ser periférico e passou a ser central na família. O homem encontrou outra forma de se envolver na vida familiar, ao mesmo tempo que a mãe se voltou para o mundo exterior, não deixando de estar presente na família. Presentemente, os homens já têm consciência da necessidade de participarem na educação dos filhos e a percepção de que a paternidade responsável faz deles seres mais felizes e completos. A capacidade de envolvimento do pai no cuidado dos filhos parece estar menos dependente das expectativas sociais e mais relacionada com as expectativas que o próprio tem sobre essa tarefa.
No Gymboree, é um prazer termos uma aula cheia de pais, animados, acompanhando os seus rebentos. Orgulhosos do seu papel. É muito engraçado ver as negociações entre mãe e pai sobre a estratégia a adoptar na participação nas aulas. “Eu faço Gymboree e tu Música. Para a semana trocamos. Combinado?”
I.M.
sábado, 19 de janeiro de 2008
Hoje quero ser...
Sugira novos papéis para as vossas brincadeiras.
Estão a brincar aos bombeiros? Então, lembre a criança que poderá ser, para além do bombeiro que apaga o fogo, o comandante (tomando decisões importantes), o condutor do carro dos bombeiros, a pessoa que faz a chamada para pedir socorro ou a pessoa que é acudida.
Vão tratar do jardim? Quem é o jardineiro? E o grande pinheiro? Então e a borboleta e a abelha? Sugira à criança que finja ser a própria relva que vai ser regada. Como é estar molhado?
Incluam objectos “não realistas” (flor com cheiro a chocolate, máquina que faz nuvens, chuva com sabor a morango, etc). Surpreenda-se com a imaginação da criança… A criatividade, o pensamento simbólico e a linguagem são algumas competências que estarão a ser estimuladas.
Estão a brincar aos bombeiros? Então, lembre a criança que poderá ser, para além do bombeiro que apaga o fogo, o comandante (tomando decisões importantes), o condutor do carro dos bombeiros, a pessoa que faz a chamada para pedir socorro ou a pessoa que é acudida.
Vão tratar do jardim? Quem é o jardineiro? E o grande pinheiro? Então e a borboleta e a abelha? Sugira à criança que finja ser a própria relva que vai ser regada. Como é estar molhado?
Incluam objectos “não realistas” (flor com cheiro a chocolate, máquina que faz nuvens, chuva com sabor a morango, etc). Surpreenda-se com a imaginação da criança… A criatividade, o pensamento simbólico e a linguagem são algumas competências que estarão a ser estimuladas.
Bom fim-de-semana e óptimas brincadeiras!
I.M.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
No meu tempo...
No meu tempo brincava com carrinhos de rolamentos. Quando eu era pequena era eu que fazia os vestidos das minhas bonecas. Sempre que podia ia brincar para a rua. Hoje está tudo diferente.
Li recentemente um interessante estudo* realizado por Maria Vickerius e Anette Sandberg (2006), cujos principais objectivos foram clarificar o conceito de brincar, compreender o seu significado para o indivíduo e para as suas interacções sociais, bem como comparar os actuais contextos (físicos e sociais) de brincadeira com as memórias de adultos, relativamente à sua infância. Participaram no estudo pessoas que trabalham com crianças, pais e crianças entre os três e os cinco anos.
O estudo demonstrou que, em termos de significado, brincar é divertido. Quer as crianças, quer os adultos, apreciam brincar e sentem que aprendem uns com os outros, sendo uma forma de estarem juntos e de compreender o que o outro pensa durante a brincadeira. Os pais definiram brincar como sinónimo de fantasia e diversão. Já as crianças recorreram a exemplos de brincadeiras. De acordo com este estudo brincar tem significado desde que seja divertido. As crianças referiram que o que de mais divertido fazem na “escola” é brincar e ser criativo. Mencionaram que o mais aborrecido é fazer algo não desejado ou não brincar com outras crianças. Por termos consciência destes significados, no Gymboree valorizamos os interesses da criança enquanto brinca e a partilha da brincadeira com pares.
No mesmo estudo, verificou-se que as semelhanças entre o contexto físico da brincadeira, na infância dos adultos participantes no estudo e o contexto físico da brincadeira nos dias de hoje, consistem no recurso a materiais naturais para brincar e a existência de parques infantis. As principais diferenças, encontram-se sobretudo ao nível dos media e da indústria dos brinquedos. O facto de, em grande parte dos casos, ambos os pais trabalharem fora de casa, possibilita um maior poder de compra, sendo que as crianças de hoje parecem ter mais brinquedos.
No que concerne às semelhanças do ambiente social da brincadeira, destaca-se a necessidade de brincar e de compreender o mundo envolvente, o uso da fantasia, o significado dos amigos, os papéis de género e as características da criança à nascença.
O que dirão no futuro, as crianças do presente? No meu tempo…
I.M.
* Vickerius, M & Sandberg, A. (2006). The significance of play and the environment around play. Early Child Development and Care, 76(2), 207-217.
Li recentemente um interessante estudo* realizado por Maria Vickerius e Anette Sandberg (2006), cujos principais objectivos foram clarificar o conceito de brincar, compreender o seu significado para o indivíduo e para as suas interacções sociais, bem como comparar os actuais contextos (físicos e sociais) de brincadeira com as memórias de adultos, relativamente à sua infância. Participaram no estudo pessoas que trabalham com crianças, pais e crianças entre os três e os cinco anos.
O estudo demonstrou que, em termos de significado, brincar é divertido. Quer as crianças, quer os adultos, apreciam brincar e sentem que aprendem uns com os outros, sendo uma forma de estarem juntos e de compreender o que o outro pensa durante a brincadeira. Os pais definiram brincar como sinónimo de fantasia e diversão. Já as crianças recorreram a exemplos de brincadeiras. De acordo com este estudo brincar tem significado desde que seja divertido. As crianças referiram que o que de mais divertido fazem na “escola” é brincar e ser criativo. Mencionaram que o mais aborrecido é fazer algo não desejado ou não brincar com outras crianças. Por termos consciência destes significados, no Gymboree valorizamos os interesses da criança enquanto brinca e a partilha da brincadeira com pares.
No mesmo estudo, verificou-se que as semelhanças entre o contexto físico da brincadeira, na infância dos adultos participantes no estudo e o contexto físico da brincadeira nos dias de hoje, consistem no recurso a materiais naturais para brincar e a existência de parques infantis. As principais diferenças, encontram-se sobretudo ao nível dos media e da indústria dos brinquedos. O facto de, em grande parte dos casos, ambos os pais trabalharem fora de casa, possibilita um maior poder de compra, sendo que as crianças de hoje parecem ter mais brinquedos.
No que concerne às semelhanças do ambiente social da brincadeira, destaca-se a necessidade de brincar e de compreender o mundo envolvente, o uso da fantasia, o significado dos amigos, os papéis de género e as características da criança à nascença.
O que dirão no futuro, as crianças do presente? No meu tempo…
I.M.
* Vickerius, M & Sandberg, A. (2006). The significance of play and the environment around play. Early Child Development and Care, 76(2), 207-217.
Lisboa - Londres - Lisboa em 29 horas
Aterrámos em Londres; estava entusiasmada e cheia de vontade de visitar os vários espaços Gymboree. Dos que visitámos deu para perceber como os pais estão esclarecidos e valorizam os programas. Em Putney todas as vagas em todos os horários estavam esgotadas! Sente-se a boa energia, a envolvência do Gymboree em cada espaço e a simpatia e a atenção dos nossos colegas professores ingleses. A Rebecca foi muito atenciosa e o Don é fantástico! Ele deu aulas de Gymboree óptimas, cheio de alegria e boa disposição, com as suas turmas empenhadíssimas e divertidas nas brincadeiras. Esta viagem de trabalho foi muito enriquecedora e fez-me ficar satisfeita com o trabalho que temos desenvolvido em Portugal, particularmente orgulhosa por ter constatado o excelente trabalho que o professor Simão tem desempenhado no programa de Música. Parabéns! F.M.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Mesmo sem falar, há tanto para dizer…
Embora os bebés não consigam falar, isso não significa que não tenham muito para dizer. Por volta do seu primeiro aniversário, já conseguem compreender muito do que se passa à sua volta e muitas das palavras que os adultos usam para falar com eles.
“Tempo do teu banho, Maria!” E a Maria, de 13meses, dirige-se o mais depressa que as suas pernas permitem para a casa de banho.
“Vai buscar a tua fralda, Tiago.” E o Tiago, de 12 meses, lá vai animado buscar a sua fralda.
Experimentem perguntar à Maria e ao Tiago porque choram. Embora compreendam a questão e saibam a resposta, tudo o que podem fazer é chorar ainda mais.
“Tempo do teu banho, Maria!” E a Maria, de 13meses, dirige-se o mais depressa que as suas pernas permitem para a casa de banho.
“Vai buscar a tua fralda, Tiago.” E o Tiago, de 12 meses, lá vai animado buscar a sua fralda.
Experimentem perguntar à Maria e ao Tiago porque choram. Embora compreendam a questão e saibam a resposta, tudo o que podem fazer é chorar ainda mais.
Linda Acredolo e Susan Goodwyn são as “mães” de um inovador conceito – o BabySigns. As autoras sublinham que o grande desafio, no que diz respeito à fala, se coloca ao nível do desenvolvimento do tracto vocal, que na altura do nascimento se assemelha mais ao de um chimpanzé do que ao de um ser humano adulto. Felizmente, os bebés são hábeis a controlar outras partes do seu corpo – e sabem disso! Alguns estudos realizados pelas autoras, nos anos 80, demonstraram que no desespero de tentar comunicar, muitos bebés criam naturalmente símbolos gestuais ou “sinais” para se referirem ao que querem falar.
Ao perceber que o seu filho está desejoso para usar gestos simples para se referir a algumas coisas, o passo seguinte passará por ajudá-lo modelando, de forma intencional, sinais relativos a temáticas das quais a criança possa querer falar - tenho fome ou sede, quero mais, a água do banho está quente ou o cão está ladrar.
Provavelmente, estará a pensar neste momento: “Se encorajar o bebé a usar sinais, isso não irá atrasar o desenvolvimento da fala? Se conseguir o que quer através de sinais, irá querer aprender palavras?” A verdade é que os estudos desenvolvidos nesta área corroboram o facto das crianças que usam sinais antes de terem a capacidade de falar demonstrarem competências linguísticas mais avançadas. Aprenderão a falar mais cedo, não mais tarde! As autoras realçam que, da mesma forma que uma criança que gatinha não atrasa a marcha, o recurso a sinais para comunicar não atrasa a fala.
Partilharemos em breve mais novidades relativas aos BabySigns.
Até lá, porque não espreitar o vídeo?
I.M.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Uma verdadeira estrela
Hoje, no final de uma aula de nível 5, uma das "nossas" crianças (os pais que nos desculpem pelo "nossas" mas, de facto, vocês fazem parte desta nossa família Gymboree) ofereceu-nos um excelente exemplo do que é o pensamento simbólico. Ora, uma das maracas que usamos no final da aula para acompanhar uma música que cantamos em cima do pára-quedas, transformou-se num microfone. O nosso rio, onde os ursinhos tinham estado a apanhar peixe para comerem, o gymcushion, transformou-se num palco. E depois... O espectáculo. :) Primeiro, uma música de um personagem da televisão e, depois, uma das músicas do Gymbo. No final, palmas. Uma verdadeira estrela... Simplesmente delicioso!
I.M.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Relações
O Gymboree nasce também do interesse de fazer crescer a relação que liga pais a filhos (e outros familiares próximos) e filhos a pais e é muito interessante acompanhar o quanto crescem estas relações, quando estamos todos à espera de começar mais uma "aventura" no Gymboree e cá fora se ouve cantar aquela canção, que marca o início de todas as aulas, como que a dizer: "está na hora da porta abrir!" e quando chegamos à porta para convidar todos a entrar cruzamo-nos com olhares radiantes e com aquela animação de quem diz "boa! vai começar!". E depois são os pequenos grandes acontecimentos de dia-a-dia que vamos partilhando nas nossas relações:
"já lhe nasceu um dente!" - Boa!
"mostra lá a novidade!... começou a gatinhar!" - Que máximo!
"já está a dar os primeiros passos!" - Fantástico!
e até já acompanha algums movimentos que a música diz para fazer ...
Estão mesmo a crescer todos os dias, que grande aventura !!...
Cr. A.
"já lhe nasceu um dente!" - Boa!
"mostra lá a novidade!... começou a gatinhar!" - Que máximo!
"já está a dar os primeiros passos!" - Fantástico!
e até já acompanha algums movimentos que a música diz para fazer ...
Estão mesmo a crescer todos os dias, que grande aventura !!...
Cr. A.
domingo, 13 de janeiro de 2008
Crescer é uma grande caminhada...
À medida que as crianças crescem, os seus pais vão flexibilizando os seus desejos e expectativas no que diz respeito ao desenvolvimento de competências, interesses e valores, dos seus filhos. Contudo, um grande objectivo parece permanecer inalterável: o bem-estar e a felicidade dos seus pequenotes. Mães e pais reflectem continuamente sobre qual poderá ser o seu papel para ajudar o seu petiz a alcançar o seu potencial máximo. De facto, ao longo da vida, os pais são, potencialmente, os melhores guias para um filho, ajudando-o a ultrapassar os desafios que vão surgindo.
Crescer é uma grande caminhada. De mãos dadas com os pais, cada pequeno passo será uma grande conquista…
Crescer é uma grande caminhada. De mãos dadas com os pais, cada pequeno passo será uma grande conquista…
I.M.
sábado, 12 de janeiro de 2008
O verdadeiro segredo para comunicar com os bebés

O bebé está a chorar. Não conseguimos perceber o que de errado está a acontecer. Esta situação poder ser verdadeiramente angustiante para uma mãe ou um pai. Infelizmente, até conseguirem falar, os bebés não possuem palavras para nos comunicarem o que se passa com eles, nem para nos esclarecerem sobre a forma de os ajudar. Será? Graças a uma nova e excepcional abordagem sobre comunicação infantil, as crianças não terão de esperar até conseguirem falar para partilharem connosco o que vai nas suas cabeças...
Fique atento. Em breve teremos novidades para si.
I.M.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Um programa diferente!
Neste fim-de-semana, surpreenda o seu filho escolhendo um programa televisivo diferente para verem em conjunto. A natureza e a ciência podem ser temas fascinantes para a criança. Poderão, depois, fazer algumas experiências e transformarem-se em verdadeiros cientistas. Recorrendo a ímanes, descubram que objectos são atraídos e que objectos são repelidos. Com um alguidar cheio de água, e diferentes objectos e materiais, desvendem o que flutua e o que se afunda. Que maneira tão divertida de compreender a noção de causa e efeito! E é, também, uma excelente forma de enriquecer o vocabulário.
I.M.
I.M.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Do livro de histórias para a aula Gymboree!
A animação estava instalada numa aula Gymboree de nível 5, em que as crianças viviam o imaginário dos bombeiros. Desde o passeio no carro bombeiro, de pegar numa mangueira para apagar o fogo (as adoradas bolinhas de "sabão"), de saltar para a rede de segurança... Mas, realmente o que mais marcou foi a alegria e o entusiasmo de uma menina, que no momento de salvar o gatinho preso na árvore, revivia o seu episódio preferido da história que ouve, vezes sem conta, antes de adormecer! C.A.
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