quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Apoiar a aprendizagem

Através da exploração e da brincadeira, bebés e crianças, aprendem a resolver desafios de forma progressivamente mais eficaz. Deixamos algumas sugestões propostas pela ZeroToThree, empresa parceira do Gymboree, para apoiar, no dia a dia, o desenvolvimento cognitivo do seu filho.

* Encorage diferentes formas de exploração dos brinquedos – tocando, agitando, empilhando.
* Transforme as rotinas diárias em momentos de aprendizagem através da brincadeira. Por exemplo, a hora do banho é um momento ideal para aprender noções como molhado e seco ou flutua e afunda.
* Siga os interesses da criança. As crianças aprendem mais através de actividades que as cativam.
* Quando a criança tiver perto de três anos, comece a colocar-lhe questões que a façam pensar. Por exemplo, quando estiverem juntos a ler um livro, pergunte “Porque achas que a menina se está a rir?”
Divirtam-se.
I.M.

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Crise ou Oportunidade?

A parentalidade pode constituir uma das experiências mais enigmáticas e gratificantes da vivência humana. Senão vejamos….

Vou ser pai! Vou ser mãe! Sinto que alcancei um objectivo de vida, mas… E agora? Chegou a altura de escrever um novo capítulo, quiçá se o mais belo, do livro da vida. Mas atenção! Está prestes a entrar num espaço que requer mudanças e adaptações constantes, capazes de o surpreender a si e aos que o rodeiam. Deixe-me adivinhar… Estava convicto de que o que tinha visto, lido e conversado com os amigos, colegas e familiares lhe teria dado a informação que necessitava para ser “o melhor”… Contudo, nalguns dias e nalgumas noites, aquelas estratégias que sempre resultaram com a sua família e os seus amigos não resultaram consigo não é? Pior ainda quando, como se não bastasse, as poucas horas de sono e descanso pareciam querer diminuir a falta de paciência e aumentar a intolerância e irritação para com o seu parceiro. Discussão? Confirmava-se uma regra de qualquer família saudável: “ a Crise”.

Investigámos a fundo a palavra. Haveria razão para a recear? Concluímos que não. Pelo contrário.
O caracter chinês para a palavra crise significa “perigo” e “oportunidade”.
Etimologicamente, a palavra crise vem do grego “krisis” que significa capacidade para distinguir, escolher, decidir, resolver.

É natural que, na fase de transição para a parentalidade, alguns casais percepcionem não possuir recursos para dar resposta às exigências dos seus novos papeis. Mãe. Pai. Contudo, a crise que possa querer imperar pode ser encarada com um brilhozinho confiante no olhar.

Resultado: a resposta à questão “existirá algum manual, algum segredo, que me possa ensinar a ser o melhor pai ou a melhor mãe?" A resposta é Não. Porquê? Porque o seu filho é único. Você é único. E porque é deste conjunto de desafios e provações que emergem algumas das maiores conquistas do Homem, capazes de proporcionar a mais genuína vivência da realização pessoal.
I.M.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Mommy and Baby Fitness

Trazemos notícias para as recém mamãs.

As aulas de Mommy and Baby Fitness já abriram no Gymboree em Telheiras. São à 3ª Feira às 11horas. No Parque das Nações as aulas decorrem à 6ª Feira às 12h.

Os exercícios realizados nas aulas deste programa ajudam as mamãs a recuperar o bem-estar após o parto. A mãe recupera a boa forma, sem ter de se separar do bebé, que também está presente na aula.


ginástica ginastica pós-parto pos-parto recuperar boa forma

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Os recém-nascidos preferem caras alegres?

A capacidade dos recém-nascidos para discriminar e responder a diferentes expressões faciais, associadas a emoções, tem sido alvo de vários estudos e publicações em revistas científicas. Recentemente, a revista European Journal of Development Psychology* publicou um artigo sobre este tema. Os autores conduziram algumas experiências no sentido de testar a preferência e a capacidade dos recém-nascidos discriminarem expressões faciais neutras, de medo e de alegria. Os bebés recém-nascidos observaram significativamente durante mais tempo a expressão facial alegre, comparativamente à que expressava medo. Os autores levantaram a hipótese desta preferência reflectir a experiência adquirida durante os primeiros dias de vida. Os resultados comprovaram que pelo menos algumas expressões faciais são discriminadas e preferidas por recém-nascidos com poucos dias de vida.
I.M.

*Farroni, T., Menon, E., Rigato, S. & Johnson, M. (2007). The perception of facial expressions in newborns. European Journal of Development Psychology, 4(1), p.2-13.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Adeus Birras!

No passado dia 5, o The New York Times divulgou aos seus leitores o método ensinado pelo Dr. Harvey Karp que permite aos pais melhorarem e superarem as birras dos seus pequenotes:
http://www.nytimes.com/2008/02/05/health/05well.html?em&ex=1202360400&en=cb1da607a977332b&ei=5070

Durante os primeiros meses após o nascimento, o método ensinado no Workshop The Happiest Baby pára as cólicas “desligando o botão” do choro, activa o reflexo de acalmia e isso ajuda bebés (e pais!) a dormirem melhor.

Uma vez ultrapassada essa fase inicial, entramos nas birras! O choro tem outro significado e para ajudar os pais a lidarem com as crianças que choram contrariando os adultos ou insistindo em querer algum objecto, o Dr. Harvey Karp ensina o método The Happiest Toddler.

Os pequenotes quando estão chateados ficam pré-históricos e perdem-se na selva das suas emoções! Saber falar com eles, de modo que nos entendam, durante uma birra não é inato, mas aprende-se! Vejam em
F.M.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Gymboree English

O Gymboree tem novidades! Depois de 30 anos de liderança na oferta das melhores aulas de desenvolvimento infantil chegam agora as melhores aulas de Inglês para Bebés e crianças. O Gymboree English é um programa desenvolvido por pediatras e linguistas e adaptado às capacidades e ritmos das crianças. A aprendizagem de línguas está directamente ligada com o desenvolvimento intelectual das crianças ao oferecer-lhes diversos caminhos e mecanismos de raciocínio sobre os desafios do dia a dia.
Por favor mantenham-se atentos à nossa página e blog para mais novidades.

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Para cuidar dos seus filhos, precisa de cuidar também de si...

A Família constitui um ponto de confluência de diferentes sistemas, pelo que o bem-estar de uns se reflecte no bem-estar de todos os outros. Assim, a satisfação dos pais repercute-se, necessariamente, na satisfação e bem-estar dos filhos. E o inverso também é verdade.
A partilha e a preocupação constituem lados opostos de uma mesma moeda, na medida em que a preocupação não partilhada tem um impacto negativo na saúde física e mental, e a partilha de experiências, mais ou menos indutoras de stress, reduz a preocupação e ansiedade, melhorando os índices de saúde e de bem-estar. Seja qual for a forma de partilha, o importante é libertar tensões, dúvidas, preocupações, ansiedades.
Para cuidar dos seus filhos, precisa de cuidar também de si...

I.M.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Um passo de cada vez... E à minha velocidade...

Enquanto mãe ou pai, estará muito provavelmente sensível aos principais marcos desenvolvimentistas (capacidades que poderão servir como “guia do desenvolvimento”) do seu filho. O primeiro dente, a primeira vez que agarra um objecto, a primeira vez que se senta, quando começa a gatinhar ou andar... Provavelmente também estará atento aos primeiros sinais de comunicação: ansioso por perceber que o bebé compreende o que lhe diz, expectante por ouvir as primeiras palavras. Contudo, é importante não esquecer que em todas as áreas do desenvolvimento, cada criança tem o seu ritmo de crescimento! Os intervalos de tempo que frequentemente encontramos na literatura devem ser encarados como meramente informativos daquilo que pode ser “esperado”.
Cada criança fará a sua caminhada. Nuns momentos com grandes passos. Noutras fases mais devagarinho. Esteja ao lado da criança neste percurso. Ela irá apreciar a sua companhia.
I.M.

Os nossos mascarados!

Agora que o Carnaval já passou, relembramos aqueles que passaram mascarados pelas aulas Gymboree! Dos mais velhinhos apareceram um Zorro, uma Madeirense, um Mickey (acompanhado pela mãe, uma Minnie!) e um capitão gancho.
E os mais pequeninos (os nossos bebés de colo!)? Uma abelha, um urso, um gato, um tigre e um homem aranha!
Adoramos ver-vos a encarnar outras personagens. Especialmente o entusiasmo dos pais, a passarem o espírito do Carnaval aos filhos - nada melhor!
Obrigada por terem dado mais cor às nossas aulas!
FSA

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Carnaval

Preferências à parte, o Carnaval é por excelência um período cheio de oportunidades para as crianças aprenderem e praticarem importantes competências.
- Aprender a respeitar a diferença. “Aquela menina também está vestida de princesa. Mas ela não tem uma coroa…”
- Assumir o papel de outra pessoa ou coisa, experimentando diferentes maneiras de ser, vestir, estar ou mesmo falar. “Estou mascarado de cientista, tenho uma bata branca e vou fazer muitas experiências.”
- Treinar competências sociais. “Queres brincar aos hospitais?”
- Assimilar novas palavras ou conceitos. “Sou um leão. Ele é muito forte e ruge muito alto.”
- Compreender a utilidade de reciclar e reutilizar. “A minha avó fez o meu fato com restos de tecido, cartão e lã. E a minha peruca é a mesma que a minha irmã usou quando se mascarou de boneca no ano passado.”
O mais importante é que a criança se sinta confortável no seu “novo” papel e que se divirta muito!
I.M.

Ajude o seu bebé a "Falar" antes de ele conseguir!


Aproveito para relembrar o WorkShop fantástico que se vai realizar dia 23 de Fevereiro!
É uma forma de descobrir maneiras de ensinar o seu pequenote a comunicar consigo!
O "Baby Signs" é um WS especialmente desenvolvido por especialistas na área de Desenvolvimento Infantil, para bebés até aos 24 meses, com benefícios comprovados cientificamente.
Inscreva-se já! As vagas são limitadas!
MB

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Preparem-se em conjunto para esta animação!

Ao longo destes dias, algumas caras conhecidas surpreenderam-nos aparecendo nas nossas aulas mascaradas! Tivemos entre outros um Homem-aranha, uma Madeirense, um Urso, um Índio… uma animação! Mas será que eles gostaram de estar mascarados? Falo principalmente dos mais novos. Em pequena mascarava-me e já mais crescida também. Apercebi-me que, quando era mais nova, não gostava nada de estar mascarada, quer fosse de borboleta ou de dragão…! E a excepção apareceu quando, um dia, a minha mãe elaborou e me mostrou como era possível construir o material com que me ía mascarar: o chapéu, o laço, o vestido, as pinturas no rosto! Era uma palhaça, em tons de vermelho e verde, muito simples e nada assustadora! Recordo esse Carnaval com carinho. Já experimentaram ensinar os vossos pequenotes a construir aquilo com que se podem mascarar? F.M.

Ah! Ah! Apanhei-vos!

Na ultima aula de nível 7, onde os nossos pequenotes mais crescidos mostram como conseguem pensar acerca do que estão a fazer e relacionar acções umas com as outras, o super bem disposto F. conseguiu "dar-nos a volta"!!!
Estavamos a fazer o exercicío do "Gymbo manda..." (em que tudo o que o Gymbo faz nos temos de imitar). Quem começou por comandar o Gymbo fui eu e todos cumpriram o que eu e o Gymbo fizemos. Quando foi a vez do F. comandar a nossa mascote, olhou para mim e disse "Voces vão mesmo fazer tudo o que eu e o Gymbo fizermos?", respondi que sim que os iriamos imitar em tudo o que fizessem.
O F. pegou no Gymbo e muito decidido entrou num dos nossos tuneis e disse "Ah! AH! Vocês são grandes não conseguem entrar!!!"...
O que nos rimos com o F. ele conseguiu inventar algo que eu e a mãe não conseguiamos fazer e teve completa noção disso! Relacionou o nosso tamanho com o do tunel, tal como com o seu próprio tamanho e o do Gymbo!
Que máximo F., realmente apanhaste-nos!
SMC

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Tomar decisões faz parte do crescimento.

Há cada vez mais meninos que dizem que não querem crescer. Porquê? Os adultos andam constantemente aborrecidos, tensos, angustiados e rabugentos e eles não querem ser assim. A própria linguagem verbal dos pais, frequentemente centrada nas críticas em detrimento do elogio, favorece a dependência. Discursos como “Quem te mandou fazer isso?”, “Alguém te perguntou alguma coisa?”, “Nunca estás quieto.” ou “Isso não é assim que se faz, és um desastre.”, são frequentes. Este tipo de verbalizações passa à criança a mensagem de que é melhor não experimentar do que tentar e falhar.
O melhor que se pode dar às crianças é a confiança necessária para enfrentar desafios e coragem para, sozinhas, tentarem encontrar soluções para os “problemas” que vão surgindo. Se a relação com a criança for equilibrada, positiva, segura, onde impere o amor, a paciência, o respeito e onde existam limites e regras definidos, mais facilmente assistiremos ao desenvolvimento harmonioso da criança. A estimulação da autonomia e da responsabilidade implica comunicar à criança que se confia nas suas capacidades e que se valorizam as suas competências, o que pode ocorrer, por exemplo, através do elogio ou de tempos de atenção. Deve permitir-se que a criança faça, sem ajuda, as coisas que é capaz, mesmo se não as fizer de forma equivalente a nós, adultos. Para se aperceber da sua auto-eficácia a criança tem que passar pela experiência de fazer. Só assim ela acreditará no seu potencial e aprenderá a crescer cada vez mais independente e a gostar mais de si própria.
I.M.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Aula muito animada e divertida!

Ontem a nossa aula de N4 em Telheiras acabou por acontecer com apenas uma criança. Mas não foi por isso que foi menos animada! Por isso, gostava de partilhar convosco alguns dos momentos “altos” da aula.
Na ponte barulhenta e silenciosa foi muito engraçado observar o G. a explorar, muito compenetrado, os vários sons pendurados debaixo da ponte e, qual não é o espanto quando experimenta abanar as bolas, também presas debaixo da ponte. Resultado? Silêncio… Sem sugestão, por parte dos crescidos, o G. percebeu o contraste inerente aos conceitos opostos deste Lesson Plan – Barulhento e Silencioso.
Na rampa de escalada foi possível assistir a um exemplo da importância da presença do adulto significativo da criança como fonte de segurança para exploração do espaço. Na primeira abordagem o apoio das mãos e braços da mãe F. foi fundamental para chegar ao topo. Na segunda tentativa, foi espectacular observar o esforço e perseverança do G. para escalar a rampa sozinho. A proximidade física e o apoio emocional da mãe foram suficientes. Vitória! Conseguiu subir sozinho.
Em seguida, algum descanso, por favor! E, então, muito divertidas assistimos o G. a criar muito decidido a sua “poltrona”. PlayAll, em forma de círculo, cheio de bolas insufláveis e o G. confortavelmente acomodado lá dentro. Gargalhadas!
E o pára-quedas e um mar de bolinhas?! Que alegria! E claro, a música preferida do G. – “A estrelinha”… Que satisfação!
Sem dúvida, foi uma aula muito divertida.
I.M.