...haveria muito a dizer, e seguramente que abordaremos o tema a seu tempo. Mas enquanto não o fazemos fica a ligação para um excelente texto no Baby Boom.
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domingo, 17 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Apoiar a aprendizagem
Através da exploração e da brincadeira, bebés e crianças, aprendem a resolver desafios de forma progressivamente mais eficaz. Deixamos algumas sugestões propostas pela ZeroToThree, empresa parceira do Gymboree, para apoiar, no dia a dia, o desenvolvimento cognitivo do seu filho.
* Encorage diferentes formas de exploração dos brinquedos – tocando, agitando, empilhando.
* Transforme as rotinas diárias em momentos de aprendizagem através da brincadeira. Por exemplo, a hora do banho é um momento ideal para aprender noções como molhado e seco ou flutua e afunda.
* Siga os interesses da criança. As crianças aprendem mais através de actividades que as cativam.
* Quando a criança tiver perto de três anos, comece a colocar-lhe questões que a façam pensar. Por exemplo, quando estiverem juntos a ler um livro, pergunte “Porque achas que a menina se está a rir?”
Divirtam-se.
I.M.
Tag Cloud Play with a purpose child development desenvolvimento infantil brincar aprendendo faculdade para bebés bebes desenvolvimento intelectual da criança crianca desenvolvimento motor actividades pais e crianças brincar com o meu filho filha aprender a brincar perceber o crescimento da criança comunicar com o bebé acalmar o choro do bebé da criança crianca cólicas colicas colica cólica sono bebé dormir melhor 5 cinco s s's
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Crise ou Oportunidade?
A parentalidade pode constituir uma das experiências mais enigmáticas e gratificantes da vivência humana. Senão vejamos….
Vou ser pai! Vou ser mãe! Sinto que alcancei um objectivo de vida, mas… E agora? Chegou a altura de escrever um novo capítulo, quiçá se o mais belo, do livro da vida. Mas atenção! Está prestes a entrar num espaço que requer mudanças e adaptações constantes, capazes de o surpreender a si e aos que o rodeiam. Deixe-me adivinhar… Estava convicto de que o que tinha visto, lido e conversado com os amigos, colegas e familiares lhe teria dado a informação que necessitava para ser “o melhor”… Contudo, nalguns dias e nalgumas noites, aquelas estratégias que sempre resultaram com a sua família e os seus amigos não resultaram consigo não é? Pior ainda quando, como se não bastasse, as poucas horas de sono e descanso pareciam querer diminuir a falta de paciência e aumentar a intolerância e irritação para com o seu parceiro. Discussão? Confirmava-se uma regra de qualquer família saudável: “ a Crise”.
Investigámos a fundo a palavra. Haveria razão para a recear? Concluímos que não. Pelo contrário.
O caracter chinês para a palavra crise significa “perigo” e “oportunidade”.
Etimologicamente, a palavra crise vem do grego “krisis” que significa capacidade para distinguir, escolher, decidir, resolver.
É natural que, na fase de transição para a parentalidade, alguns casais percepcionem não possuir recursos para dar resposta às exigências dos seus novos papeis. Mãe. Pai. Contudo, a crise que possa querer imperar pode ser encarada com um brilhozinho confiante no olhar.
Resultado: a resposta à questão “existirá algum manual, algum segredo, que me possa ensinar a ser o melhor pai ou a melhor mãe?" A resposta é Não. Porquê? Porque o seu filho é único. Você é único. E porque é deste conjunto de desafios e provações que emergem algumas das maiores conquistas do Homem, capazes de proporcionar a mais genuína vivência da realização pessoal.
Vou ser pai! Vou ser mãe! Sinto que alcancei um objectivo de vida, mas… E agora? Chegou a altura de escrever um novo capítulo, quiçá se o mais belo, do livro da vida. Mas atenção! Está prestes a entrar num espaço que requer mudanças e adaptações constantes, capazes de o surpreender a si e aos que o rodeiam. Deixe-me adivinhar… Estava convicto de que o que tinha visto, lido e conversado com os amigos, colegas e familiares lhe teria dado a informação que necessitava para ser “o melhor”… Contudo, nalguns dias e nalgumas noites, aquelas estratégias que sempre resultaram com a sua família e os seus amigos não resultaram consigo não é? Pior ainda quando, como se não bastasse, as poucas horas de sono e descanso pareciam querer diminuir a falta de paciência e aumentar a intolerância e irritação para com o seu parceiro. Discussão? Confirmava-se uma regra de qualquer família saudável: “ a Crise”.
Investigámos a fundo a palavra. Haveria razão para a recear? Concluímos que não. Pelo contrário.
O caracter chinês para a palavra crise significa “perigo” e “oportunidade”.
Etimologicamente, a palavra crise vem do grego “krisis” que significa capacidade para distinguir, escolher, decidir, resolver.
É natural que, na fase de transição para a parentalidade, alguns casais percepcionem não possuir recursos para dar resposta às exigências dos seus novos papeis. Mãe. Pai. Contudo, a crise que possa querer imperar pode ser encarada com um brilhozinho confiante no olhar.
Resultado: a resposta à questão “existirá algum manual, algum segredo, que me possa ensinar a ser o melhor pai ou a melhor mãe?" A resposta é Não. Porquê? Porque o seu filho é único. Você é único. E porque é deste conjunto de desafios e provações que emergem algumas das maiores conquistas do Homem, capazes de proporcionar a mais genuína vivência da realização pessoal.
I.M.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Mommy and Baby Fitness
Trazemos notícias para as recém mamãs.
As aulas de Mommy and Baby Fitness já abriram no Gymboree em Telheiras. São à 3ª Feira às 11horas. No Parque das Nações as aulas decorrem à 6ª Feira às 12h.
Os exercícios realizados nas aulas deste programa ajudam as mamãs a recuperar o bem-estar após o parto. A mãe recupera a boa forma, sem ter de se separar do bebé, que também está presente na aula.
ginástica ginastica pós-parto pos-parto recuperar boa forma
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Os recém-nascidos preferem caras alegres?
A capacidade dos recém-nascidos para discriminar e responder a diferentes expressões faciais, associadas a emoções, tem sido alvo de vários estudos e publicações em revistas científicas. Recentemente, a revista European Journal of Development Psychology* publicou um artigo sobre este tema. Os autores conduziram algumas experiências no sentido de testar a preferência e a capacidade dos recém-nascidos discriminarem expressões faciais neutras, de medo e de alegria. Os bebés recém-nascidos observaram significativamente durante mais tempo a expressão facial alegre, comparativamente à que expressava medo. Os autores levantaram a hipótese desta preferência reflectir a experiência adquirida durante os primeiros dias de vida. Os resultados comprovaram que pelo menos algumas expressões faciais são discriminadas e preferidas por recém-nascidos com poucos dias de vida.
I.M.
*Farroni, T., Menon, E., Rigato, S. & Johnson, M. (2007). The perception of facial expressions in newborns. European Journal of Development Psychology, 4(1), p.2-13.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Adeus Birras!
No passado dia 5, o The New York Times divulgou aos seus leitores o método ensinado pelo Dr. Harvey Karp que permite aos pais melhorarem e superarem as birras dos seus pequenotes:
http://www.nytimes.com/2008/02/05/health/05well.html?em&ex=1202360400&en=cb1da607a977332b&ei=5070
Durante os primeiros meses após o nascimento, o método ensinado no Workshop The Happiest Baby pára as cólicas “desligando o botão” do choro, activa o reflexo de acalmia e isso ajuda bebés (e pais!) a dormirem melhor.
Uma vez ultrapassada essa fase inicial, entramos nas birras! O choro tem outro significado e para ajudar os pais a lidarem com as crianças que choram contrariando os adultos ou insistindo em querer algum objecto, o Dr. Harvey Karp ensina o método The Happiest Toddler.
Os pequenotes quando estão chateados ficam pré-históricos e perdem-se na selva das suas emoções! Saber falar com eles, de modo que nos entendam, durante uma birra não é inato, mas aprende-se! Vejam em
Durante os primeiros meses após o nascimento, o método ensinado no Workshop The Happiest Baby pára as cólicas “desligando o botão” do choro, activa o reflexo de acalmia e isso ajuda bebés (e pais!) a dormirem melhor.
Uma vez ultrapassada essa fase inicial, entramos nas birras! O choro tem outro significado e para ajudar os pais a lidarem com as crianças que choram contrariando os adultos ou insistindo em querer algum objecto, o Dr. Harvey Karp ensina o método The Happiest Toddler.
Os pequenotes quando estão chateados ficam pré-históricos e perdem-se na selva das suas emoções! Saber falar com eles, de modo que nos entendam, durante uma birra não é inato, mas aprende-se! Vejam em
F.M.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Gymboree English
O Gymboree tem novidades! Depois de 30 anos de liderança na oferta das melhores aulas de desenvolvimento infantil chegam agora as melhores aulas de Inglês para Bebés e crianças. O Gymboree English é um programa desenvolvido por pediatras e linguistas e adaptado às capacidades e ritmos das crianças. A aprendizagem de línguas está directamente ligada com o desenvolvimento intelectual das crianças ao oferecer-lhes diversos caminhos e mecanismos de raciocínio sobre os desafios do dia a dia.
Por favor mantenham-se atentos à nossa página e blog para mais novidades.
inglês ingles bebé bebe criança crianças early english gymboree líder ensino linguas línguas
Por favor mantenham-se atentos à nossa página e blog para mais novidades.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Para cuidar dos seus filhos, precisa de cuidar também de si...
A Família constitui um ponto de confluência de diferentes sistemas, pelo que o bem-estar de uns se reflecte no bem-estar de todos os outros. Assim, a satisfação dos pais repercute-se, necessariamente, na satisfação e bem-estar dos filhos. E o inverso também é verdade.
A partilha e a preocupação constituem lados opostos de uma mesma moeda, na medida em que a preocupação não partilhada tem um impacto negativo na saúde física e mental, e a partilha de experiências, mais ou menos indutoras de stress, reduz a preocupação e ansiedade, melhorando os índices de saúde e de bem-estar. Seja qual for a forma de partilha, o importante é libertar tensões, dúvidas, preocupações, ansiedades.
Para cuidar dos seus filhos, precisa de cuidar também de si...A partilha e a preocupação constituem lados opostos de uma mesma moeda, na medida em que a preocupação não partilhada tem um impacto negativo na saúde física e mental, e a partilha de experiências, mais ou menos indutoras de stress, reduz a preocupação e ansiedade, melhorando os índices de saúde e de bem-estar. Seja qual for a forma de partilha, o importante é libertar tensões, dúvidas, preocupações, ansiedades.
I.M.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Um passo de cada vez... E à minha velocidade...
Enquanto mãe ou pai, estará muito provavelmente sensível aos principais marcos desenvolvimentistas (capacidades que poderão servir como “guia do desenvolvimento”) do seu filho. O primeiro dente, a primeira vez que agarra um objecto, a primeira vez que se senta, quando começa a gatinhar ou andar... Provavelmente também estará atento aos primeiros sinais de comunicação: ansioso por perceber que o bebé compreende o que lhe diz, expectante por ouvir as primeiras palavras. Contudo, é importante não esquecer que em todas as áreas do desenvolvimento, cada criança tem o seu ritmo de crescimento! Os intervalos de tempo que frequentemente encontramos na literatura devem ser encarados como meramente informativos daquilo que pode ser “esperado”.
Cada criança fará a sua caminhada. Nuns momentos com grandes passos. Noutras fases mais devagarinho. Esteja ao lado da criança neste percurso. Ela irá apreciar a sua companhia.
I.M.
Os nossos mascarados!
Agora que o Carnaval já passou, relembramos aqueles que passaram mascarados pelas aulas Gymboree! Dos mais velhinhos apareceram um Zorro, uma Madeirense, um Mickey (acompanhado pela mãe, uma Minnie!) e um capitão gancho.
E os mais pequeninos (os nossos bebés de colo!)? Uma abelha, um urso, um gato, um tigre e um homem aranha!
Adoramos ver-vos a encarnar outras personagens. Especialmente o entusiasmo dos pais, a passarem o espírito do Carnaval aos filhos - nada melhor!
Obrigada por terem dado mais cor às nossas aulas!
FSA
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Carnaval
Preferências à parte, o Carnaval é por excelência um período cheio de oportunidades para as crianças aprenderem e praticarem importantes competências.
- Aprender a respeitar a diferença. “Aquela menina também está vestida de princesa. Mas ela não tem uma coroa…”
- Assumir o papel de outra pessoa ou coisa, experimentando diferentes maneiras de ser, vestir, estar ou mesmo falar. “Estou mascarado de cientista, tenho uma bata branca e vou fazer muitas experiências.”
- Treinar competências sociais. “Queres brincar aos hospitais?”
- Assimilar novas palavras ou conceitos. “Sou um leão. Ele é muito forte e ruge muito alto.”
- Compreender a utilidade de reciclar e reutilizar. “A minha avó fez o meu fato com restos de tecido, cartão e lã. E a minha peruca é a mesma que a minha irmã usou quando se mascarou de boneca no ano passado.”
O mais importante é que a criança se sinta confortável no seu “novo” papel e que se divirta muito!
I.M.
- Aprender a respeitar a diferença. “Aquela menina também está vestida de princesa. Mas ela não tem uma coroa…”
- Assumir o papel de outra pessoa ou coisa, experimentando diferentes maneiras de ser, vestir, estar ou mesmo falar. “Estou mascarado de cientista, tenho uma bata branca e vou fazer muitas experiências.”
- Treinar competências sociais. “Queres brincar aos hospitais?”
- Assimilar novas palavras ou conceitos. “Sou um leão. Ele é muito forte e ruge muito alto.”
- Compreender a utilidade de reciclar e reutilizar. “A minha avó fez o meu fato com restos de tecido, cartão e lã. E a minha peruca é a mesma que a minha irmã usou quando se mascarou de boneca no ano passado.”
O mais importante é que a criança se sinta confortável no seu “novo” papel e que se divirta muito!
I.M.
Ajude o seu bebé a "Falar" antes de ele conseguir!

Aproveito para relembrar o WorkShop fantástico que se vai realizar dia 23 de Fevereiro!
É uma forma de descobrir maneiras de ensinar o seu pequenote a comunicar consigo!
O "Baby Signs" é um WS especialmente desenvolvido por especialistas na área de Desenvolvimento Infantil, para bebés até aos 24 meses, com benefícios comprovados cientificamente.
É uma forma de descobrir maneiras de ensinar o seu pequenote a comunicar consigo!
O "Baby Signs" é um WS especialmente desenvolvido por especialistas na área de Desenvolvimento Infantil, para bebés até aos 24 meses, com benefícios comprovados cientificamente.
Inscreva-se já! As vagas são limitadas!
MB
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Preparem-se em conjunto para esta animação!
Ao longo destes dias, algumas caras conhecidas surpreenderam-nos aparecendo nas nossas aulas mascaradas! Tivemos entre outros um Homem-aranha, uma Madeirense, um Urso, um Índio… uma animação! Mas será que eles gostaram de estar mascarados? Falo principalmente dos mais novos. Em pequena mascarava-me e já mais crescida também. Apercebi-me que, quando era mais nova, não gostava nada de estar mascarada, quer fosse de borboleta ou de dragão…! E a excepção apareceu quando, um dia, a minha mãe elaborou e me mostrou como era possível construir o material com que me ía mascarar: o chapéu, o laço, o vestido, as pinturas no rosto! Era uma palhaça, em tons de vermelho e verde, muito simples e nada assustadora! Recordo esse Carnaval com carinho. Já experimentaram ensinar os vossos pequenotes a construir aquilo com que se podem mascarar? F.M.
Ah! Ah! Apanhei-vos!
Na ultima aula de nível 7, onde os nossos pequenotes mais crescidos mostram como conseguem pensar acerca do que estão a fazer e relacionar acções umas com as outras, o super bem disposto F. conseguiu "dar-nos a volta"!!!
Estavamos a fazer o exercicío do "Gymbo manda..." (em que tudo o que o Gymbo faz nos temos de imitar). Quem começou por comandar o Gymbo fui eu e todos cumpriram o que eu e o Gymbo fizemos. Quando foi a vez do F. comandar a nossa mascote, olhou para mim e disse "Voces vão mesmo fazer tudo o que eu e o Gymbo fizermos?", respondi que sim que os iriamos imitar em tudo o que fizessem.
O F. pegou no Gymbo e muito decidido entrou num dos nossos tuneis e disse "Ah! AH! Vocês são grandes não conseguem entrar!!!"...
O que nos rimos com o F. ele conseguiu inventar algo que eu e a mãe não conseguiamos fazer e teve completa noção disso! Relacionou o nosso tamanho com o do tunel, tal como com o seu próprio tamanho e o do Gymbo!
Que máximo F., realmente apanhaste-nos!
SMC
tag cloud psicomotricidade educação educacao infantil desenvolvimento motor infantil yoga baby yoga fun yoga para bebés e crianças criancas benefícios do yoga psicomotricidade e yoga
Estavamos a fazer o exercicío do "Gymbo manda..." (em que tudo o que o Gymbo faz nos temos de imitar). Quem começou por comandar o Gymbo fui eu e todos cumpriram o que eu e o Gymbo fizemos. Quando foi a vez do F. comandar a nossa mascote, olhou para mim e disse "Voces vão mesmo fazer tudo o que eu e o Gymbo fizermos?", respondi que sim que os iriamos imitar em tudo o que fizessem.
O F. pegou no Gymbo e muito decidido entrou num dos nossos tuneis e disse "Ah! AH! Vocês são grandes não conseguem entrar!!!"...
O que nos rimos com o F. ele conseguiu inventar algo que eu e a mãe não conseguiamos fazer e teve completa noção disso! Relacionou o nosso tamanho com o do tunel, tal como com o seu próprio tamanho e o do Gymbo!
Que máximo F., realmente apanhaste-nos!
SMC
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Tomar decisões faz parte do crescimento.
Há cada vez mais meninos que dizem que não querem crescer. Porquê? Os adultos andam constantemente aborrecidos, tensos, angustiados e rabugentos e eles não querem ser assim. A própria linguagem verbal dos pais, frequentemente centrada nas críticas em detrimento do elogio, favorece a dependência. Discursos como “Quem te mandou fazer isso?”, “Alguém te perguntou alguma coisa?”, “Nunca estás quieto.” ou “Isso não é assim que se faz, és um desastre.”, são frequentes. Este tipo de verbalizações passa à criança a mensagem de que é melhor não experimentar do que tentar e falhar.
O melhor que se pode dar às crianças é a confiança necessária para enfrentar desafios e coragem para, sozinhas, tentarem encontrar soluções para os “problemas” que vão surgindo. Se a relação com a criança for equilibrada, positiva, segura, onde impere o amor, a paciência, o respeito e onde existam limites e regras definidos, mais facilmente assistiremos ao desenvolvimento harmonioso da criança. A estimulação da autonomia e da responsabilidade implica comunicar à criança que se confia nas suas capacidades e que se valorizam as suas competências, o que pode ocorrer, por exemplo, através do elogio ou de tempos de atenção. Deve permitir-se que a criança faça, sem ajuda, as coisas que é capaz, mesmo se não as fizer de forma equivalente a nós, adultos. Para se aperceber da sua auto-eficácia a criança tem que passar pela experiência de fazer. Só assim ela acreditará no seu potencial e aprenderá a crescer cada vez mais independente e a gostar mais de si própria.
O melhor que se pode dar às crianças é a confiança necessária para enfrentar desafios e coragem para, sozinhas, tentarem encontrar soluções para os “problemas” que vão surgindo. Se a relação com a criança for equilibrada, positiva, segura, onde impere o amor, a paciência, o respeito e onde existam limites e regras definidos, mais facilmente assistiremos ao desenvolvimento harmonioso da criança. A estimulação da autonomia e da responsabilidade implica comunicar à criança que se confia nas suas capacidades e que se valorizam as suas competências, o que pode ocorrer, por exemplo, através do elogio ou de tempos de atenção. Deve permitir-se que a criança faça, sem ajuda, as coisas que é capaz, mesmo se não as fizer de forma equivalente a nós, adultos. Para se aperceber da sua auto-eficácia a criança tem que passar pela experiência de fazer. Só assim ela acreditará no seu potencial e aprenderá a crescer cada vez mais independente e a gostar mais de si própria.
I.M.
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