sexta-feira, 14 de março de 2008

Programa de Bolsas Gymboree


O Programa Gymboree é tão bom que devia ser gratuito para toda a gente! Infelizmente, oferecer um programa de tão elevada qualidade requer tempo, esforço e investimentos elevados, o que explica as nossas propinas. No entanto, estamos conscientes das pressões financeiras que as famílias atravessam e gostaríamos de oferecer um programa de bolsas que permita às famílias com um orçamento mais apertado participar no programa Gymboree.

O Gymboree analisará todas as candidaturas e decidirá que famílias se qualificam para um desconto de 50% ou 100% durante o período de um ano.

Para se candidatar, por favor escreva-nos para bolsas@gymboree.pt detalhando a sua situação familiar e testemunho da sua experiência com o Gymboree.

Esperamos poder dar-lhe as boas-vindas brevemente!

quinta-feira, 13 de março de 2008

A Bola Trapalhona

Ao longo das duas últimas semanas, a bola trapalhona Gymboree tem ocupado um lugar de destaque na montra de produtos da loja no Parque das Nações! É sem dúvida um destaque bem merecido pelo gosto que desperta em todas as crianças:) A bola trapalhona é um dos muitos brinquedos que usamos nas nossas aulas Gymboree e que traz diversos benefícios para o desenvolvimento da criança. Esta bola é macia e esponjosa, leve e fácil de segurar pelas crianças
pequenas. Dada a sua textura, é utilizada em actividades de exploração sensorial, favorecendo a estimulação táctil. À semelhança de outras brincadeiras com bolas, a bola trapalhona promove a interacção social, podendo ser utilizada em jogos tanto de interior como de exterior. Para além das competências socias e cognitivas, também as motoras estão contempladas, pois realça a coordenação mão-olho, sobretudo, pelo facto de ser uma bola saltitona... brincalhona... trapalhona! Boas brincadeiras! C.A.

Hora da caminha

Como prometido, abordamos novamente o tema das rotinas. Desta vez, dedicaremos atenção a uma rotina em particular – a hora de deitar. Esta é uma rotina importante de implementar mesmo quando não se está em casa (por exemplo em viagem) e tão cedo quanto possível.
O bebé, ou a criança, irá sentir-se mais calmo se conseguir antecipar o que irá acontecer e ficará grato por lhe proporcionar acontecimentos consistentes e previsíveis. Também para si, os momentos que antecedem a hora do deitar do seu filho podem ser especiais, por aquilo que fazem juntos.
O ritual poderá começar onde for mais conveniente, contudo, deverá terminar no quarto da criança, sendo importante valorizar este local como sendo um sítio agradável para se estar e onde se podem realizar diferentes actividades.
As rotinas que marcam a hora de deitar podem ser múltiplas. Aquilo que funciona, e é adequado para uma família, não será necessariamente o mesmo que é para outra. Deixamos algumas sugestões.

* Higiene pessoal. Lavar a cara e as mãos, mudar a fralda, lavar os dentes e vestir o pijama.
* Uma brincadeira calma, como um jogo do cu-cu no quarto do bebé. Convém não ser uma brincadeira que deixe a criança excitada.
* Uma dança ao som de uma música favorita. Ao colo quando o bebé não anda, de mão dada para crianças mais crescidas.
* Uma canção acompanhada de gestos.
* Ouvir uma música calma com o adulto por perto. Baixar o som enquanto a criança adormece sozinha.
* Uma história. De um livro ou inventada no momento.
* Uma conversa. Mesmo quando o bebé ainda não fala, ele adora que dialoguem com ele. Podem, por exemplo, conversar sobre o dia que está terminar.
* Dar um beijo de boa noite às pessoas lá de casa. “Até amanhã, papá. Beijinhos mana.”
* Desejar boa noite aos brinquedos favoritos. “Dorme bem ursinho. Até amanhã avião vermelho. Bons sonhos lápis de cor.”
Qual é a vossa rotina? Têm alguma especial?
I.M.

terça-feira, 11 de março de 2008

As mais doces azedas

Hoje recebemos um presente muito especial. Quando chegou para a sua aulinha, a Madalena bem disposta como sempre, e depois do beijinho que gosta de dar a quem está presente (professoras e amiguinhos), mostrou o que trazia na mão. Dois raminhos de flores que tinha apanhado para a Inês e para a Sara. Dois raminhos de azedas para as suas professoras. Que doce. Obrigada Madalena! Gostámos muito.

I.M.

sábado, 8 de março de 2008

Massagem Infantil

O estabelecimento de uma relação emocional próxima, única, que se constrói desde os primeiros momentos de interacção entre a mãe e o bebé (vinculação*) é um processo que implica uma adaptação progressiva, por parte de ambos os intervenientes. Este tipo de laço é fundamental para transmitir ao bebé segurança e confiança para explorar o mundo. Mas, a sua importância não se cinge aos primeiros meses de vida. A investigação demonstra que os padrões de vinculação têm impacto em acontecimentos a longo prazo e em áreas tão vastas como a família e o trabalho.
Cada dia constitui, então, uma oportunidade única para fortalecer esse valioso laço emocional. O toque e a massagem são comprovadamente uma forma de aproximação emocional, promovendo o bem-estar global do bebé (e do cuidador também). A massagem infantil ajuda o bebé a dormir mais e melhor, reduz a instabilidade emocional, aumentando o bem-estar físico e emocional do bebé. Como resposta, o bebé irá dirigir-lhe sorrisos, olhares e balbucios, sinalizando as suas primeiras competências sociais.
I.M.

* Foi John Bowlby quem, em meados do séc. XX, introduziu a teoria da vinculação no domínio da psicologia do desenvolvimento.

quarta-feira, 5 de março de 2008

O que diz a ciência sobre as brincadeiras das crianças?

A história de capa da edição de 17 de Fevereiro da New York Times Magazine refere-se ao brincar. No artigo podemos ler que a brincadeira é central para o crescimento neurológico saudável, conduzindo a um pensamento mais criativo em crianças pequenas. Não poderíamos estar mais de acordo. É também por isso que, no Gymboree, quer as aulas, quer os materiais usados nas mesmas (e alguns dos quais podem ser adquiridos por pais e educadores nas nossas lojas) são uma tradução prática e palpável das conclusões das investigações e estudos sobre o cérebro humano. Brincar ajuda a promover o desenvolvimento de cérebros complexos, competentes, responsivos, socialmente adaptáveis e cognitivamente flexíveis.
Qual a brincadeira eleita para hoje?
I.M.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Círculo de cores

"Está na hora do pára-quedas..."! Entoa-se a música e todos se juntam no círculo de cores. Aguardam expectantes de olhos arregalados, num frenético agitar das perninhas ou até num balançar do tronco, pela magia das cores cantantes e dançantes do nosso pára-quedas, já então gravadas na memória! Cores quentes, fortes, outras calmas, suaves e até mesmo claras e refrescantes... são as cores do nosso pára-quedas com que podemos pintar uma variedade de traços Vivos! O Vermelho robusto ampara a queda delicada das bolinhas de açúcar que as crianças acompanham com o olhar, o Azul chama as ondas do mar que envolvem os pequenotes e os ajudam a equilibrar no meio deste ondular... Não esqueçamos o Verde fresco e livre como o passarinho que canta e ajuda ao desenvolvimento da linguaguem, assim como o Amarelo quente que a todos acolhe e a todos coloca num círculo social. Uma paleta de cores fascinantes e polivalentes que pintam telas únicas! :) C.A.

domingo, 2 de março de 2008

Vamos ajudar o Gymbo?

Hoje no final de uma animada aula de nível 4, sobre círculos, como habitual, cantámos a nossa música das bolinhas de "sabão". Depois de cantarmos/contarmos as dez bolinhas, sugeri "Vamos ajudar o Gymbo a rebentar bolinhas?". Para servir de modelo, peguei na mão do Gymbo e rebentámos duas bolinhas que tinham pousado no chão. Quem era o modelo? O Gymbo pensei eu. Mas para o T. 0 modelo tinha sido eu. Em vez de imitar o Gymbo, imitou a professora. Muito decidido, puxou o Gymbo que estava ao meu colo, pegou na mão do nosso Gymbo e "pop pop"- rebentaram juntos tantas bolinhas... É tão engraçado, quando pelas mais variadas razões, bebés e crianças nos surpreendem.
I.M.

Ler e contar histórias

A ideia de contar uma história a um bebé, que não consegue compreender plenamente aquilo que lhe está ser dito, parece-lhe desajustada? No Gymboree acreditamos que nunca é cedo de mais para começar a ler ou contar histórias ao seu filho.
Dia após dia, os bebés esforçam-se por “absorver” e processar a informação linguística que recebem.
Se não sabe que história contar... Ou em alternativa, às histórias de livros infantis, invente uma história a partir de um livro cheio de imagens coloridas. Fale de si ao seu bebé. Conte a história da vossa ida ao supermercado ou ao médico. O que viram e ouviram? O que sentiram?
Torne a história realista. Os bebés adoram percepcionar variações no tom, no volume e na velocidade do discurso que escutam. Observam atentamente cada expressão facial que os adultos fazem enquanto falam com eles. “E... Quando de repente ouviram crucccch, crucccch, olharam... E viram que era o cão da vizinha a comer uma bolacha de chocolate. Nham! Nham!”
Invente novos finais para as histórias tradicionais. Nos primeiros meses de vida, não é importante que a história faça sentido. O que o bebé anseia é ouvir o som da sua voz.
Já começou a contar histórias ao seu bebé? Existe algum livro ou história que ele mostre preferir?
I.M.

sábado, 1 de março de 2008

O mês de Março

Março promete ser um mês especial e cheio de novidades no Gymboree. Fique atento, pois iremos revelar o que de novo irá surgindo. Garantida está, como habitual, muita animação, para pais e crianças!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

A Magia da Música

A música está presente nas nossas vidas desde o início dos inícios... dentro da barriguinha da nossa mãe já conseguimos distinguir sons e mais tarde reconhecer melodias que "memorizamos" ainda dentro do útero.
Canções de embalar, ritmos de "cu-cu", sequências de palmas... são momentos musicais que muitos pais praticam com os seus filhos. Muitos fazem-no "porque sim", é intuitivo, outros porque acham que o bebé gosta ou que o acalma, outros fazem-no porque acham que os seus filhos se sentem bem com estas brincadeiras, contudo, estes momentos mágicos proporcionam muito mais do que isso.
Mark Tramo, um neurocientista da Universidade de Harvard, explica que a exposição musical tem benefícios intelectuais que vão para além de noções de ritmo ou melodia. O caminho mental que é utilizado para processar música, serve de condutor para o desenvolvimento da linguagem, do raciocínio matemático e abstracto! O que significa que ao exercitarmos o cérebro dos nossos pequeninos através de brincadeiras musicais estamos a fortalecer outras competências intelectuais que vão mais tarde ser comprovadas através de facilidades em começar a falar, ou em resolver desafios matemáticos apresentados na escola!

Vamos então proporcionar aos nossos pequenotes estímulos musicais!
Aqui ficam algumas dicas que podem ser utilizadas em casa, no carro, enquanto fazem compras, em qualquer momento em que esteja com o seu filho...

- ponha música ambiente, não é necessário ser música para bebés ou clássica, por exemplo, mostre ao seu bebé o seu estilo musical favorito!
- cante músicas para/com o seu filho.
- com palmas, estalinhos, sons com a boca, faça diferentes ritmos... e veja como ele vai tentar repetir!
- brinque ao cu-cu por exemplo associando uma música, canta a música e no final faz "cu-cu"!
- com os instrumentos musicas que tenha em casa, e podem ser panelas, caixas de plástico ou garrafas de vidro, faça ritmos e deixe o seu filho utiliza-los de forma a verificar os diferentes tipos de sons!
- com os mais velhos podem construir instrumentos musicais com material reciclável e no final tocarem uma música que conheçam.
- dance com o seu bebé! Se ainda não consegue estar de pé, pegue nele ao colo e dancem os dois ao ritmo de diferentes tipos de música!

Brinque o mais que conseguir com a música... ela é realmente MÁGICA!
SMC

Fontes:
Masi, W. S., Toddler Play, 2004; GYMBOREE & Weldon Owen Publishing.
http://www.hno.harvard.edu/gazette/2001/03.22/04-music.html

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Bubbles ao ar livre!

Aproxima-se a Primavera! E com ela o bom tempo e um convite para sair à rua. Propomos uma actividade cheia de vida: brincar com as nossas Bubbles (bolinhas Gymboree feitas à base de açúcar) ao ar livre. Sopre Bubbles para o ar e sugira à criança que as tente rebentar com os dedos, com os pés, com o nariz, com o ombro, com as mãos, com o cotovelo, com o joelho... Deixe a criatividade da criança sugerir outras forma de as rebentar! Troquem de papéis: a criança sopra e você rebenta. Estes momentos divertidos trabalham a coordenação motora (ao ter que direccionar uma parte do corpo para um determinado objectivo), o esperar a vez (primeiro sopra o adulto, e depois a criança) e a criativade (de que outras formas posso eu rebentar as bubbles?).
Esperamos que se divirtam e que surgam novas brincadeiras enquanto exploram o uso das Bubbles Gymboree!
FSA e CA

Rotinas e rituais: amigos do bebé, da criança, dos pais, da família!

No mundo dos crescidos, pensar em rotinas e rituais pode ser algo que é feito com o sobrolho franzido. Cansam, não estimulam, dão pouco espaço à criatividade e à novidade, são enfadonhos e repetitivos... A lista de argumentos em seu desfavor pode ser interminável. Felizmente, a lista de argumentos a favor destas duas "criaturas" é bastante animadora.
Rotinas e rituais são estruturantes. As rotinas são bastante organizadoras e securizantes. Os rituais constituem um meio de atribuir significado à vida familiar e social.
Pretendemos partilhar convosco o maior número possível de mais valias da integração de rotinas e rituais no quotidiano de bebés e crianças. Como introdução, que tal espreitar o cantinho das Dicas Para os Pais, sobre Rotinas e Rituais, no nosso site?
I.M.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Conversar, descobrir, colar e aprender!

Há temas que são fascinantes para as crianças. O que gosta o seu filho? Animais, natureza, faces, meios de transporte? Sugerimos uma divertida brincadeira para fazer com crianças, a partir dos 30 meses.
Partindo de jornais, revistas ou folhetos publicitários, recorte imagens relacionadas com um tema sobre o qual a criança goste de falar. Coloque-as dentro de um pequeno alguidar cheio de bolinhas de algodão e peça à criança que as encontre. Conversem sobre as imagens que vão surgindo– nome, cores, sons que produz, utilidade... Em seguida, dê à criança uma folha de cartolina. Mostre-lhe como espalhar cola (não tóxica) no verso de uma imagem e como colá-la na cartolina. Depois incentive a criança a fazer o mesmo com as restantes imagens. Eis uma obra de arte! E como as obras de arte são para serem vistas, e não para ficarem guardadas num canto escondido, afixe o trabalho produzido num local visível, por exemplo no quarto da criança. Ela sentir-se-á muito orgulhosa e valorizada.
Para além de estar a proporcionar à criança um momento de diversão, estará a fomentar quatro importantes áreas do desenvolvimento infantil: criatividade, motricidade fina, competências linguísticas e discriminação visual.

I.M.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Que flores semear?

A forma como usamos as palavras tem um poder enorme em quem as ouve.

Não te atrevas a andar às lutas no campo de férias, nem sabes o que te faço.
Gostava que te divertisses no campo de férias e que brincasses só com os meninos de quem gostas.


Steve Biddulph (2003), em “O segredo das crianças felizes”, um livro que alia o bom senso, a eficácia, a humanidade e o humor, dedica um capítulo à forma como “lançamos sementes” à mente das crianças.
A nossa mente é de facto muito sensível (e leal) aos estímulos que acolhe. Ao focarmos a nossa atenção no positivo, transmitimos mensagens mais positivas e tendemos a gerar acções e emoções mais “felizes”. Biddulph refere que o uso de expressões positivas ajuda as crianças a pensar e a agir positivamente, a sentirem-se competentes e capazes de enfrentar uma grande variedade de situações. Expressões positivas ajudam as crianças a antecipar sucessos, motivando-as a procurá-los.

Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje (provérbio chinês).

I.M.


* Bidulph, S. (2003). O segredo das crianças felizes. Queluz: ALDA Editores.