quinta-feira, 26 de junho de 2008

"Quá, quá, quá..."

Hoje numa aula de Gymboree nível 4 (16-22 meses), no momento do pára-quedas estava eu sentada com o Gymbo no colo, mais uma mãe com a sua pequenota a acompanhar-me na música do "Conde de Almoster" a marcharem para cima e para baixo, para a esquerda e para a direita... Enquanto todos os restantes pequenotes com os seus pais e avós exploravam entusiasmadamente o tema "por cima e por baixo" nos vários equipamentos.
É nesta altura que surge a dúvida de continuar a cantar as músicas previstas para o momento do pára-quedas...ou simplesmente passar por cima delas e dar continuidade à aula. Decidi arriscar! Escolhi uma das músicas possíveis:"Estavam três patinhos no lago a brincar.... e como estavam longe ouviu-se a mãe chamar Quá Quá Quá..." e devagarinho, os pequenotes foram-se aproximando do pára-quedas, suscitados pela novidade da música e pelos gestos que fazia para acompanhar a letra. A imagem que guardo com mais ternura foi de uma menina que, em pé, mesmo no centro do pára-quedas dançava singelamente, imitando os meus gestos muito delicadamente.... e eis senão quando, após finalizar a música, a todos surpreendeu e para delícia da sua avó, com um suave "quá quá quá"! Foi uma risota geral!
Parece que é mesmo verdade, quem não arrisca não petisca! ;)
C.A.

ASPIRO, SECO OU DEPILO?

É com alegria e sentimento de dever cumprido que recebemos elogios dos nossos clientes.
É, também, muito gratificante saber que as técnicas aprendidas no Gymboree extravasam este espaço para o meio familiar.
Mas quando alguém que não faz cerimónia connosco e critica coerentemente aquilo que não gosta ou que não "serve p'ra nada", nos aborda com um exemplo concreto da eficácia de técnicas aprendidas no Gymboree, deixa-nos felizes e motiva-nos a continuar.
Falo de um parente muito próximo que frequentou o workshop The Happiest Baby e que manifesta regularmente as práticas mais-valias que este curso fornece. E, aliada ao seu pragmatismo, a criatividade desta mãe pode ser um exemplo a seguir.
Numa crise de choro do bebé, procurou-se acalmá-lo seguindo os passos aprendidos no referido Workshop. Isto tinha que passar, entre outras coisas, pelo som de um aspirador ou de um secador. Todavia, a necessidade aguça o engenho. Pois, o aspirador estava inacessível e o secador é demasiado quente para a época corrente. Assim... recorreu-se ao depilador eléctrico!

O resultado foi o querido.
De um mar de lágrimas passou ao sossego dos sonhos...

SSC

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Congela!

Quem não se diverte a dançar com o seu bebé nos braços? E para tornar ainda mais divertido... Experimente pôr uma música bem animada ou uma das preferidas do seu bebé e dance sem parar! Passados alguns segundos de muito movimento, desligue o som e congele os movimentos, retomando à dança novamente com a música. Estas paragens e recomeços trazem surpresa ao seu bebé transformando a actividade numa brincadeira cheia de gargalhadas. Com as repetições, o bebé começará a associar o silêncio à falta de movimento e, com a brincadeira, adquire também noções de ritmo musical, competências auditivas, competências sociais e desenvolve o equilíbrio.
Dance e congele muito com o seu bebé!

MB

terça-feira, 24 de junho de 2008

Aos olhos de um bebé...

Ao nascer o bebé abre os olhos para o mundo e tudo é novidade! Através da visão o bebé capta imensa informação acerca de tudo o que o rodeia, que por sua vez, estimula o desenvolvimento neuronal e futuramente conduz à aquisição de capacidades físicas, como sentar, rolar, gatinhar e andar. A visão do bebé desenvolve-se gradualmente até aos 6/8 meses, altura em que o bebé já consegue ver quase tão bem como um adulto.
Nos primeiros momentos de vida do bebé, a sua visão é algo difusa, embora ele consiga perceber a luz, as formas e o movimento. Ele só consegue distinguir um objecto que esteja a uma distância aproximada de 20 a 30 cm de si - a distância suficiente para distinguir claramente a cara de quem lhe dá colo! A cara da mãe, é nesta altura o mais interessante aos olhos do bebé, seguida de objectos com padrões muito contrastantes, como um xadrez branco e preto.
Com 1 mês o bebé já é capaz de usar os seus dois olhos em conjunto, focando-os e sendo capaz de acompanhar um objecto em movimento.
A partir dos 2 meses e até aos 4, a diferenciação das cores torna-se cada vez mais clara e provavelmente, surgirá uma preferência por cores primárias brilhantes e por formas mais detalhadas e complicadas. Sugerimos que encorage essa sua capacidade, mostrando-lhe livros, fotografias e imagens brilhantes.
Por volta dos 4 meses, o bebé começa a desenvolver a capacidade de percepção da profundidade. Nesta altura o bebé também já tem um maior controlo dos seus braços, que aliado a essa nova capacidade visual, lhe permitirá alcançar e agarrar os objectos com maior facilidade, como por exemplo, os cabelos e os brincos da mãe:)
Aos 5 meses o bebé poderá demonstrar a capacidade de reconhecer um objecto, que esteja apenas parcialmente visível. Este é um bom indício para as brincadeiras de cu-cu, usando um pequeno lenço ou mantinha do bebé!
Com 8 meses a visão do bebé estará suficientemente capaz de reconhecer diferentes pessoas e objectos ao longo de uma sala. Por volta desta idade a cor dos olhos do bebé també estará próxima da definitiva, apesar de poder notar ainda algumas ligeiras mudanças.
Gymboree
C.A.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

O Gymboree é mesmo Universal!

Ontem inesperadamente, na aula de N3 do programa Gymboree tivemos uma participação especial, a Sharon e o Leeor, que vinham da Irlanda (frequentam o Gymboree da Irlanda). Estavam de férias em Portugal já há alguns dias e não encontravam nenhum espaço onde estar com o Leeor e quando percebeu que havia um Gymboree, mesmo perto do Hotel decidiram vir saber se poderiam fazer uma aula. Nós convidámos a fazer parte da nossa aula e ainda sem que nada acontecesse já a mãe estava a agradecer e a dizer que os Portugueses são muito simpáticos mas o melhor ainda estava para vir! Fomos fazendo a aula e o Leeor ia-se envolvendo na aula e a mãe dizia ” já está com outra cara! Acho que ele se sente em casa, mas deve estranhar porque não percebe o que dizem…” mas realmente a linguagem dos afectos e a linguagem do Gymboree é mesmo universal, pois quando chegou a parte do “POp, pop, pop!” para rebentar as bolinhas o Leeor gatinhou até ao nosso airlog e a mãe estava deliciada a vê-lo a querer apanhar uma bolinha de açúcar a que não conseguia chegar e eu (professora Gymboree) estava ali ao pé e ajudei-o a chegar lá e não é que quando o coloquei no chão o Leeor estava tão contente que deu uns passinhos até à mãe, como quem diz “estou tão contente mãe e quero partilhar este momento contigo!”. Tudo seria natural, menos a reacção entusiasta da mãe que disse “… não acredito ele está a andar pela primeira vez!” e tudo para festejar com a mãe o Pop numa bolinha de açúcar… foi o máximo!
No final a mãe dizia, “nunca mais vou esquecer Portugal e o Gymboree, onde o Leeor deu os primeiros passos! Muito, muito, obrigada! Vá visitar-nos à Irlanda!” ao que respondi, “voltem a Portugal serão sempre bem vindos… Adeus Leeor e Sharon e muitos passos pela Irlanda!”

Cr.A.

domingo, 22 de junho de 2008

Qual é coisa, qual é ela?

Qual é coisa, qual é ela que...

- Pode servir de veículo de comunicação,
- Apela à criatividade,
- Implica a exploração táctil,
- Estimula o pensamento simbólico,
- Desenvolve a motricidade fina,
- Possibilita o treino de grafismos,
- Exige a noção de diferenciação entre figura e fundo, importante na aprendizagem da leitura?

Que rica “coisa” é esta?

I.M.

sábado, 21 de junho de 2008

Mais uma festa de aniversário no Gymboree…

Preparar uma festa de aniversário para uma criança é um fascínio e no Gymboree multipliquem isso por uma... talvez, duas vezes! Bem, por algumas vezes! É que cada festa é “A festa” pois temos o cuidado de prepará-la como uma festa única e pensamos que para aquela criança e para os pais e amigos, este vai ser um dia especial e o mais importante é que todos fiquem muito felizes e que mais tarde esta criança possa dizer “ ainda me lembro daquela festa de aniversário que tive no Gymboree!”
Não é difícil conseguir um sorriso espontâneo de uma criança no Gymboree, principalmente quando esta está rodeada da sua família e amigos no dia do seu ANIVERSÁRIO e num espaço que promete muita diversão e gargalhadas sem limites.
Mas a propósito do dia da festa gostava que todos estivessem cá para ver o olhar das crianças quando chegam ao espaço, um olhar que diz: “uhau!” ou então “... já podemos entrar!” ou ainda “eu quero ir para ali, parece um avião!” e nós que estamos aqui para os receber encontramos estes olhares e ficamos inspirados para fazer desta festa “A festa” e depois vermos os pais com um olhar que nos diz “ fico muito feliz de ver o meu filho assim... era isto que eu queria que acontecesse no seu aniversário!”
No final a despedida inclui um “…até breve! E muitos, muitos parabéns!”, afinal só se fazem quatro anos uma vez! E a animação foi de cair na cama e sonhar com a diversão!? Não! Foi de terminar a festa a perguntar “quando é que voltamos lá para dentro?”
Momentos absolutamente fantásticos!
Cr.A.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Memórias de Infância, Estilo de Vinculação e Qualidade da Relação com Pessoas Significativas

Figueiredo et al. (2002) chamam a atenção para o facto da “qualidade das experiências vividas com os pais, (ou outras figuras de referência), ser predictora do funcionamento interpessoal do indivíduo nas relações significativas durante a idade adulta”.
Neste sentido são inúmeros os autores que reforçam a ideia de que bons momentos passados em família, que unem pais e filhos, são essenciais para fortalecer os laços afectivos entre estes e para contribuir para o desenvolvimento pleno e harmonioso das crianças, tendo repercussões positivas nas suas relações futuras. Desta forma, proporciona-se um clima de auto-confiança e de auto-estima positiva que estimula e facilita o sucesso a todos os níveis, quer cognitivo, como emocional, relacional e psicomotor. Estes sucessos e conquistas, aos serem acompanhados de perto pelos pais e restante família, têm um sabor especial e um valor incalculável para as crianças, sentindo-se valorizadas e amadas.
O Gymboree tem vindo a contribuir para as “boas memórias” da infância de várias crianças, com a mais valia de poderem ser partilhadas, em tempo real, com as suas famílias, contribuindo cada vez mais para a qualidade da vinculação (relação afectiva entre bebé/criança e o(s) adulto(s) cuidador(es) de referência), e consequentemente para o sucesso global destes nossos pequenos companheiros de brincadeiras e aprendizagens.

J. M.



Figueiredo, B., Fernandes, E., Matos, R., & Maia, A. (2002). Maus tratos na infância: trajectórias desenvolvimentais e intervenção psicológica na idade adulta. In R. Gonçalves, & C. Machado (Eds.), Violência e vítimas de crimes (pp. 163-210). Coimbra: Quarteto.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

INESPERADO E ESSENCIAL

Foi já no ano passado, mas, por ser um tão espectacular momento na minha carreira de professor, gostava de partilhar com os pais e tios, avós e amigos que visitam este blog.
Era o segundo mês em que conduzia uma aula de música. Todos os supostos problemas e imprevistos que acontecem dentro de uma sala de aula pareciam ser já previsíveis e controláveis. Mas... Claro... Quando relaxamos ou pensamos ser os "donos" da situação, apercebemo-nos que não está nas nossas mãos o destino de uma aula. A aula que vos conto passou-se com quatro alunos (e respectivos adultos) em que um deles começava ali o seu currículo Gymboree. A duração é de 45 minutos e, na sua grande maioria, as aulas passam a voar numa catadupa de exercícios em pé, sentados, deitados e enfilados... Disse na sua grande maioria porque há um pequena minoria e este foi, sem dúvida, um exemplo. Porquê? O aluno frisado não se mexeu durante toda a aula, não explorou instrumentos, não se escondeu com um lenço nem cantou para o microfone, não tocou maracas nem no xilofone, levantava-se como todos para dançar mas quando chegava o momento não "arrancava". Cheguei ao fim cansado, mas sobretudo altamente frustrado por não conseguir despertar numa criança de 26 meses o interesse suficiente para ela "alinhar" na sequência da aula de música. Claro que não fiquei com medo de dar mais aulas ou me apareceram receios que me impediram de dar as restantes classes com um entusiasmo fantástico, mas não deixei de constatar com alguma tristeza o resultado das duas aulas seguintes ao referido aluno: o mesmo. Ao reflectir apercebi-me da importância de transmitirmos aquilo que nós realmente somos aos nossos alunos e que qualquer tentativa de nos enganarmos resulta, inevitavelmente, numa má aula. Assim, procurei não me bloquear neste caso e continuar a dar as aulas que achava serem as mais adequadas. E com uma vontade redobrada! Gradualmente, a partir da quarta semana de inscrição neste programa este aluno não só revelou um desbloqueio físico - dançando e tocando instrumentos - como social, emocional e cognitivo, pois começou a interagir comigo e com os restantes colegas manifestando as suas preferências e recordando aos colegas o repertório trabalhado. Isto dá-me que pensar. Como professores e educadores caímos na tentação de manipular o ritmo de aprendizagem dos
pequenotes quando eles nos mostram claramente "a quantas andam". Sejamos apenas nós próprios e deixemo-nos surpreender pela beleza do crescimento das crianças.
SSC

quarta-feira, 18 de junho de 2008

A animação dos pais nas nossas aulas

É entusiasmante quando nos apercebemos no quão empenhados os pais e mães estão em participar nas nossas aulas e alinham em todas as brincadeiras super divertidos a acompanhar com risos e gargalhadas!
São macacos a passear de um lado para o outro, sapos a saltar de Nenúfar em Nenúfar, verdadeiros companheiros de dança... Dão força aos mais pequenos, dão gargalhadas quando vêem que a criança faz ligação entre as brincadeiras e sabe o que vem a seguir, fazem tudo o que está ao seu alcance para que a sua criança brinque o mais divertida possível...
"Vá Filha! Força! Um pé de cada vez!"... "Levanta-te! Agora devagarinho... isso! Boa!"... "É o Airlog! Vamos!"... "O meu Gymbo sobe e desce..."... "Ai as maracas que ele tanto gosta!"...
Acabam por viver o Gymboree como os pequenotes... voltam a ser crianças e a brincar!... e é tão bom ser criança!...

MB

terça-feira, 17 de junho de 2008

Gymboree On The Go

Todas as segundas-feiras o Gymboree ruma até ao colégio St. Dominic´s, indo ao encontro de algumas crianças que aí frequentam a pré-primária, e de outras que residem no Concelho de Cascais e que assim têm a oportunidade de usufruir das aulas Gymboree! Estas últimas fazem-se acompanhar das suas mamãs, pois têm idades compreendidas entre os zero e os trinta e seis meses.
No carro levamos algum material e equipamento Gymboree, muito boa-disposição e sempre novas sugestões de brincadeiras!
Deixo-vos aqui apenas dois episódios recentes das aulas de ontem e que deixam transperecer o entusiasmo vivido pelas crianças nestas aulas On The Go. No final da primeira aula (a dos mais velhinhos - 3 aos 5 anos), um dos meninos dizia ao pai que acabava de chegar: "Hoje fomos ao circo! Saltámos como um leão e fizémos equilíbrio! E ainda comemos pipocas dentro da tenda (o pára-quedas!)...". Na segunda aula, com o tema "Rolar", assistimos deliciadas (professoras e mãe) às gargalhadas satisfeitas de um menino de 15 meses que via um simples arco girar e girar sem parar e assim tentava reproduzir!
Teremos novidades On The Go para a semana!
See you next week!
C.A.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Uau mamã! Tantos pés!
















Os braços da minha mãe: parecem o sol a nascer, parecem bamboos ao vento!

A mãe pega em mim e parece que estou a voar.

Uau! Tantos pés…!


E o seu bebé, já manifestou este entusiasmo ao acompanhá-la na aula de pós-parto Mommy & Baby Fitness?

As aulas de Mommy & Baby Fitness:

- Trabalham os grupos musculares principais;
- Ensinam às mães os diversos exercícios, contando com a presença e participação do seu bebé;
- Ajudam no realinhamento da coluna e da pélvis, aumentando a flexibilidade e o fortalecimento da parede abdominal depois da gravidez;
- Ensinam técnicas de respiração e de relaxamento que ajudam as recém-mamãs na aprendizagem de maneiras de relaxar e a conciliar com as rotinas habituais nos cuidados ao bebé.


Mommy & Baby Fitness é um programa baseado em exercícios de yoga concebido para que as recém mamãs recuperem a forma e o bem-estar enquanto se relacionam com os bebés. Esta aula destina-se a mães a partir das seis semanas após o parto e a bebés não móveis.

F.M.

sábado, 14 de junho de 2008












Já estão abertas as inscrições para o primeiro encontro do Cantinho dos Pais.
Tema: “ Um monstro chamado BIRRA! ”
Calendário: 12 de Julho de 2008 das 16h às 17h30m
Destinatários: Pais
Data limite para aceitação de inscrições: 11 de Julho de 2008 (inscrições limitadas)
Local de realização deste encontro: Loja Gymboree de Telheiras (Clube Faia – Rua Professor Bento Jesus Caraça, 71 – 1600-600 Lisboa)

Para mais informações poderá contactar-nos através do e-mail cantinhodospais@gymboree.pt ou por telefone (Gymboree Telheiras: 309969222 ou Gymboree Parque das Nações: 218949034).

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Insectos e outros pequenos animais

Fecha-se um ciclo de 4 aulas de Artes repletas de insectos e outros pequenos animais. Abelhas que voam zumbindo zzzzzzzzz. Formigas (muitas, muitas, muitas formigas!). Joaninhas simpáticas. Borboletas (ouvi dizer - e vi! - que algumas "sobrevoam" a cozinha de uma pequena artista, co-habitando com outras valiosas obras de arte). Aranhas - coloridas!
No meio de muita criatividade, pequenos artistas, cheios de energia e talento, pintaram, colaram, dançaram, cantaram, recortaram, construiram, procuraram, escutaram... Encheram de cor o seu imaginário. Bricaram, riram, aprenderam... E nós, crescidos? Brincámos, rimos e aprendemos!
Artistas, preparados para os próximos desafios à criatividade?
I.M.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Uma salva de palmas especial!

"Vem daí vamos brincar, meu bebé..." Entoam algumas vozes masculinas. Em resposta: sorrisos, balbucios e perninhas a mexer.

Uma salva de palmas especial!
Para os papás, no masculino, que frequentemente fazem a aula do nível 1 com o seu bebé. Cheios de empenho, muito seguros e extremamente orgulhosos. Do lado de fora da aula, o olhar atento e ternurento das mães...

I.M.