terça-feira, 8 de julho de 2008
Putumayo Playground presents...
domingo, 6 de julho de 2008
(In)Consistências
Compreensivelmente, “é de partir o coração” ver uma criança choramingar, barafustar, refilar, insurgir-se quando se depara com a confirmação daquilo que previamente já tinha sido informada.
“Para irmos brincar no parque é preciso que antes arrumes os brinquedos que estão espalhados pelo chão do quarto dentro da caixa dos brinquedos.” Face a uma possível resistência inicial por parte da criança, a tendência será para repetir “as regras do jogo”. A criança poderá querer continuar a testar até onde pode ir. Irá repetir as regras mas, desta vez, provavelmente, o tom da sua voz terá aumentando ligeiramente de intensidade e as regras já serão formuladas pela negativa. “Se não arrumares já os brinquedos, não vamos ao parque.” Sem muito esforço ainda se acrescenta um “Não vais ao parque hoje, nem nos próximos dias!” Contudo, como já está cansado daquela “disputa” e porque não quer ver o quarto desarrumado, tenta de novo. “A mãe ajuda. Anda, trás lá essa peça.” “Não, não, não. Já disse que não.” Usa os seus últimos “pozinhos” de tolerância… “Vamos arrumar o quarto e depois o pai leva-te ao parque.” “Não. Arruma tu. És mau”. E vislumbra-se a cara de uma criança, de quatro anos, doce mas tristonha, inundada por um mar de lágrimas e salpicada com alguns soluços difíceis de controlar. E acaba por ceder… “Pronto. Eu arrumo e vamos para o parque. Mas é só desta vez. Não chores mais”.
Resultado: mãe ou pai vencido e sem forças e criança que aprendeu que consegue dar a volta ao crescido. Certamente, tentará fazê-lo outra, outra e outra vez. Quantas mais vezes o adulto ceder, mais argumentos a criança terá para apresentar…
Embora seja obviamente um caso caricaturado, ele espelha uma mensagem importante sobre uma forma de (in)consistência.
Mesmo neste tipo de situação, aparentemente mais “simples”, é importante não voltar atrás. Qualquer criança precisa de previsibilidade nas suas vidas, para se sentir segura e confiante. Em última análise, a criança numa situação como esta, aprende que não pode confiar naqueles crescidos. “Agora diz-me uma coisa e depois diz outra.”
Por muito que faça sofrer… A criança sofre no imediato porque não faz o que quer e os pais sofrem porque desesperam ao ver o seu rebento desesperado… A criança irá no futuro agradecer-lhe a sua coragem, a sua determinação e a sua consistência nos primeiros momentos de teste. Caso contrário, o mais provável será encontrarmos personagens "destes filmes" com 2, 3, 4, 5, 6,7,8 anos… Adolescentes que não conhecem limites. Adultos com grande dificuldade em saber lidar com tropeções…
Um dos “segredos” na educação de crianças, felizes, chama-se consistência. Particularmente, consistência das práticas parentais.
I.M.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
CANTO UM CANTO A UM CANTO
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Olha mãe! Está diferente!
terça-feira, 1 de julho de 2008
Posso ainda ser Pequenino mas faço uma Grande diferença!
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Carinho, Protecção e Respeito
Embora a situação ocorra do outro lado do oceano, penso que haverá motivo para reflectir sobre este assunto. E os ângulos de análise poderão ser diversos. Eu tenho pensando naqueles que são os “participantes à força”. Indiscutivelmente, está aqui em causa o bem-estar (global) de seres vulneráveis – bebés e crianças- que necessitam carinho, protecção e respeito. Eles serão separados dos seus pais, que depois do programa continuarão a ser seus pais, num momento crucial da sua vida. A separação dos pais ou de outro adulto cuidador de confiança, mesmo que por "apenas" três dias constituirá um período de stress para o bebé. Ele será entregue ao cuidado de alguém totalmente estranho e que, ao que parece, não tem também qualquer tipo de experiência no cuidado de bebés e crianças.
A investigação realizada ao longo de largas décadas tem demonstrado de forma consistente que a vinculação tem impacto quer no início da descoberta do “novo mundo” após o nascimento, quer em padrões de relacionamento posteriores, na idade adulta. O bebé necessita dos seus cuidadores, em quem confia, para se sentir seguro para explorar e conhecer o mundo que o rodeia, para se conhecer a si próprio e para estabelecer relações com os outros. Num dia aprendo a confiar numa pessoa… Noutro dia essa pessoa desaparece e surgem outras pessoas que não conheço e que não me conhecem. Depois volta a aparecer... Estou confuso. O que sentir? O que pensar? Apesar de não falarem, estes bebés terão muito a dizer… E arranjarão forma de se manifestar. No presente e no futuro.
sábado, 28 de junho de 2008
Dicas para se organizarem!
Sabemos que ter uma casa limpa, arrumada e em ordem não é a prioridade principal para a maioria dos novos pais. Mas adaptar as vossas expectativas e os sistemas de organização familiar deverão ser. Lembrem-se que não conseguirão fazer muito mais do que já fizeram nos dias que antecederam o nascimento do bebé. Sejam flexíveis! Façam listas mas não se aborreçam por não completarem todas as tarefas.
Coloquem à mão: fraldas, toalhitas, cremes e a roupa deve estar à distância de um braço da mesa muda-fraldas, para que não tenham que se afastar e deixar o bebé sozinho! E os acessórios para o banho, o gel de banho e as toalhas devem estar próximos na altura do banho.
Cada coisa no seu lugar: podem usar cestos, caixas ou caixotes para manterem os brinquedos arrumados. Também ajuda manter as roupas arrumadas por tamanho e estação - tudo o que serve agora deve estar nas gavetas superiores e o que está grande, mas que virá a servir brevemente, deverá ficar nas restantes! Ter um sistema de organização torna-vos tudo mais fácil, e a todos os cuidadores de crianças, para encontrarem rapidamente as roupas certas.
Para dias especiais ou mais tarde: Não têm que deixar à mão todas as roupas e brinquedos recebidos. Se tiverem brinquedos para idades superiores, poderão guardá-los e ficarão felizes de terem novos brinquedos quando a sua altura chegar! As roupas maiores ou para datas especiais poderão ser guardadas num armário.
Coragem! Não podem esperar que tenham todos os afazeres familiares feitos ao mesmo tempo, mas podem decidir fazer um tarefa por dia. Quer façam à noite ou de tarde durante a sesta do bebé, tornar a casa apresentável e cuidada pode ser relaxante para os pais.
sexta-feira, 27 de junho de 2008

O Gymboree promove, até ao final de Junho, a campanha KIDS HELPING KIDS (campanha Gymboree em todo o mundo), uma iniciativa de angariação de fundos para ajudar as vítimas do terramoto que abalou a China no passado dia 12 de Maio. Para esta campanha, o Gymboree vai organizar, a 28 de Junho, uma festa com actividades e jogos surpresa que vai possibilitar ajudar as vítimas desta catástrofe, através dos valores de inscrição (5 € por criança, dos 18 meses aos 5 anos), que reverterão na totalidade para este efeito.
Para além desta festa, o Gymboree apresenta outras formas de apoiar esta causa - através da compra de CDs Putumayo, cujas vendas revertem totalmente a favor da causa, ou por contribuições voluntárias de valor livre.
Todos os donativos serão entregues à Mercy Corps, uma organização fundada em 1979, que trabalha localmente com dois parceiros, a China Foundation for Poverty Alleviation (CFPA) e a All China Youth Federation (ACYF) e que pretende ajudar as vítimas a longo prazo.
Para mais informações sobre esta campanha contacte o Gymboree Parque das Nações através do e-mail parquenacoes@gymboree.pt ou telefone 218949034 / 963676447.
Agradeço a todos a vossa atenção e espero vê-los no Sábado, dia 28 de Junho.
Até breve!
quinta-feira, 26 de junho de 2008
"Quá, quá, quá..."
ASPIRO, SECO OU DEPILO?
É, também, muito gratificante saber que as técnicas aprendidas no Gymboree extravasam este espaço para o meio familiar.
Mas quando alguém que não faz cerimónia connosco e critica coerentemente aquilo que não gosta ou que não "serve p'ra nada", nos aborda com um exemplo concreto da eficácia de técnicas aprendidas no Gymboree, deixa-nos felizes e motiva-nos a continuar.
Falo de um parente muito próximo que frequentou o workshop The Happiest Baby e que manifesta regularmente as práticas mais-valias que este curso fornece. E, aliada ao seu pragmatismo, a criatividade desta mãe pode ser um exemplo a seguir.
Numa crise de choro do bebé, procurou-se acalmá-lo seguindo os passos aprendidos no referido Workshop. Isto tinha que passar, entre outras coisas, pelo som de um aspirador ou de um secador. Todavia, a necessidade aguça o engenho. Pois, o aspirador estava inacessível e o secador é demasiado quente para a época corrente. Assim... recorreu-se ao depilador eléctrico!
O resultado foi o querido.
De um mar de lágrimas passou ao sossego dos sonhos...
SSC
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Congela!
MB
terça-feira, 24 de junho de 2008
Aos olhos de um bebé...
Nos primeiros momentos de vida do bebé, a sua visão é algo difusa, embora ele consiga perceber a luz, as formas e o movimento. Ele só consegue distinguir um objecto que esteja a uma distância aproximada de 20 a 30 cm de si - a distância suficiente para distinguir claramente a cara de quem lhe dá colo! A cara da mãe, é nesta altura o mais interessante aos olhos do bebé, seguida de objectos com padrões muito contrastantes, como um xadrez branco e preto.
Com 1 mês o bebé já é capaz de usar os seus dois olhos em conjunto, focando-os e sendo capaz de acompanhar um objecto em movimento.
A partir dos 2 meses e até aos 4, a diferenciação das cores torna-se cada vez mais clara e provavelmente, surgirá uma preferência por cores primárias brilhantes e por formas mais detalhadas e complicadas. Sugerimos que encorage essa sua capacidade, mostrando-lhe livros, fotografias e imagens brilhantes.
Por volta dos 4 meses, o bebé começa a desenvolver a capacidade de percepção da profundidade. Nesta altura o bebé também já tem um maior controlo dos seus braços, que aliado a essa nova capacidade visual, lhe permitirá alcançar e agarrar os objectos com maior facilidade, como por exemplo, os cabelos e os brincos da mãe:)
Aos 5 meses o bebé poderá demonstrar a capacidade de reconhecer um objecto, que esteja apenas parcialmente visível. Este é um bom indício para as brincadeiras de cu-cu, usando um pequeno lenço ou mantinha do bebé!
Com 8 meses a visão do bebé estará suficientemente capaz de reconhecer diferentes pessoas e objectos ao longo de uma sala. Por volta desta idade a cor dos olhos do bebé també estará próxima da definitiva, apesar de poder notar ainda algumas ligeiras mudanças.
Gymboree
C.A.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
O Gymboree é mesmo Universal!
No final a mãe dizia, “nunca mais vou esquecer Portugal e o Gymboree, onde o Leeor deu os primeiros passos! Muito, muito, obrigada! Vá visitar-nos à Irlanda!” ao que respondi, “voltem a Portugal serão sempre bem vindos… Adeus Leeor e Sharon e muitos passos pela Irlanda!”
Cr.A.
domingo, 22 de junho de 2008
Qual é coisa, qual é ela?
- Pode servir de veículo de comunicação,
- Apela à criatividade,
- Implica a exploração táctil,
- Estimula o pensamento simbólico,
- Desenvolve a motricidade fina,
- Possibilita o treino de grafismos,
- Exige a noção de diferenciação entre figura e fundo, importante na aprendizagem da leitura?
Que rica “coisa” é esta?
I.M.
sábado, 21 de junho de 2008
Mais uma festa de aniversário no Gymboree…
Não é difícil conseguir um sorriso espontâneo de uma criança no Gymboree, principalmente quando esta está rodeada da sua família e amigos no dia do seu ANIVERSÁRIO e num espaço que promete muita diversão e gargalhadas sem limites.
Mas a propósito do dia da festa gostava que todos estivessem cá para ver o olhar das crianças quando chegam ao espaço, um olhar que diz: “uhau!” ou então “... já podemos entrar!” ou ainda “eu quero ir para ali, parece um avião!” e nós que estamos aqui para os receber encontramos estes olhares e ficamos inspirados para fazer desta festa “A festa” e depois vermos os pais com um olhar que nos diz “ fico muito feliz de ver o meu filho assim... era isto que eu queria que acontecesse no seu aniversário!”
No final a despedida inclui um “…até breve! E muitos, muitos parabéns!”, afinal só se fazem quatro anos uma vez! E a animação foi de cair na cama e sonhar com a diversão!? Não! Foi de terminar a festa a perguntar “quando é que voltamos lá para dentro?”
Momentos absolutamente fantásticos!
Cr.A.
