quarta-feira, 16 de julho de 2008

Sabia que...?

A Música influencia diversas áreas de desenvolvimento da criança, nomeadamente a área cognitiva, fisica e social-emocional. Crê-se que activa o cérebro por inteiro ajudando num desenvolvimento global da criança como o desenvolvimento da linguagem, memória, coordenação motora, socialização, entre muitas outras coisas. Serve, também, de veículo para exprimir, sentir e pensar.
Se já experimentou uma das nossas aulas de música, sabe certamente como fazemos chegar a música às crianças de uma forma lúdica que as prende e que adoram, ajudando-as a crescer com alguns conhecimentos musicais e um óptimo desenvolvimento!
MB

terça-feira, 15 de julho de 2008

É tão bom socializar!

A propósito do tema das aulas Gymboree de nível 2 e 3 durante estas duas próximas semanas, fui pesquisar algo mais sobre a socialização na infância.
As experiências afectivas nos primeiros anos de vida são determinantes para que a pessoa estabeleça padrões de conduta e formas de lidar com as próprias emoções. Logo, a qualidade dos laços afectivos são muito importantes para o desenvolvimento físico e cognitivo da criança. O bebé, nos primeiros meses de vida, já começa a desenvolver as expressões faciais, o choro, o sorriso e os movimentos para se fazer entender e comunicar. Tais comportamentos auxiliam o bebé a sobreviver, pois os adultos reagem, respondendo adequadamente. As situações quotidianas são momentos privilegiados de afecto, socialização e aprendizagem.
Ficam algumas dicas:
  • A hora do banho e a troca de fraldas permitem o toque. Aproveite e faça uma massagem no corpinho do seu bebé. Ele ficará relaxado, feliz e sentir-se-á muito seguro.
  • A refeição pode ser uma oportunidade de contacto com a oralidade, e algumas refeições até podem ser ocasião de encontro com pessoas de diferentes gerações, como por exemplo, em encontros familiares. Sabemos também que experiências vividas na infância podem ser evocadas através dos odores e sabores que ficam guardados na nossa memória.
  • O colo contribui para amadurecer o aspecto emocional do bebé, pois significa apoio e segurança.
  • Os momentos de brincadeira, leitura de histórias e músicas auxiliam na socialização do bebé com outras crianças e adultos. (cit. por Virginia Bedin)

C.A.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Com que cores pintar as paredes?



Esta semana decorreu a apresentação das tintas Baby Paint - Bondex da Dyrup, no Gymboree – Parque das Nações. Foi muito interessante e relacionado com a nossa área de trabalho!
Contámos com a presença da Dra. Mónica Pinto, Pediatra de Desenvolvimento Infantil, que falou da importância das cores nas primeiras idades.
Deixamos aqui algumas dicas sobre as melhores cores para pintar o quarto do seu pequenote!


Em relação às cores, não é recomendável a utilização das cores preta e branca, pois assim as capacidades de percepção do bebé são pouco estimuladas.

O vermelho pode aparecer numa peça do quarto, permitindo assim o desenvolvimento da acuidade visual do recém-nascido, pelo contraste verificado entre as cores.

Deve usar tons fortes e evitar a proximidade de tons semelhantes com as mesmas categorias (com fraca discriminação de tonalidades).

Os recém-nascidos observam preferencialmente as linhas curvas às linhas rectas e apenas quando os contornos são curvos.


Tendencialmente, as crianças observam mais os contornos das formas do que o seu interior.

Tendem a olhar mais para desenhos com mais elementos na metade superior.

E, claro está, é evidente a sua preferência por faces!




Em relação ao impacto das cores no comportamento dos bebés:



Violeta, Vermelho, Azul, Laranja – são cores estimulantes e energizantes.
Amarelo – é calmante e relaxante.
Verde e Rosa – são cores desinteressantes.
Castanho e Caqui – são cores repelentes e aversivas.








A DYRUP apresenta 10 cores para decorar o quarto do seu pequenote:

As “bem-estar” (como o azul céu e o amarelo suave - a colocar em paredes próximas da zona de dormir), as “calmantes” (como o rosa forte e o amarelo - para superfícies maiores do quarto) e as “estimulantes” (como o vermelho e o azul - em pequenas superfícies com formas e nos espaços de brincar)!


Sabia que o seu bebé não vê as cores pastel e neutras?

F.M.



quinta-feira, 10 de julho de 2008

SOLETRANDO GYMBOREE

G - Grande e Global!
Y - Yupee! Yes!
M - Magnífico! (Modesto!)
B - Belo! Bombástico!
O - Óptimo!
R - Respeitado! Recomendável!
E - Estranhado? Talvez de início.
E - Entranhado? Sempre!

Não me diga que ainda não conhecia o Gymboree?!


SSC

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Já experimentou jogar Futebol com o seu bebé?

Pois é! É uma delícia ver os nossos bebés de N2 a rir à gargalhada quando estão no meio de bolas de praia sem se cansarem de dar pontapés! Experimente colocar umas quantas Bolas de Praia Gymboree (esta bola tem cores e padrões muito apelativos, o que promove a estimulação visual) à frente do seu bebé e, ao segurá-lo por baixo dos braços, balance-o de maneira a que ele dê pontapés nas bolas. Poderá ainda tornar a brincadeira mais divertida se juntar as suas amigas com respectivos bebés.
Ao passar a bola aos outros bebés, para além da estimulação visual e táctil e noção de causa-efeito, o seu bebé estará, também, a desenvolver a área social, respondendo com sorrisos, risos ou caretas aos companheiros de equipa.
Vejam-nos a rir de felicidade e com muita diversão!
MB

terça-feira, 8 de julho de 2008

Putumayo Playground presents...

Putumayo Playground, já ouviu falar?
É uma colecção de cd's de música infantil inter-continental, desde a música asiática, à latina, passando pelo reggae ou pelo folk! Ouvimos estas e tantas outras colectâneas nas nossas aulas Gymboree e, genericamente, pais e crianças manifestam o seu agrado com as diversas melodias e ritmos, uns mais calmos como as lullabies e outros mais "quentes" e animados, como os do Caribe.
Há uns dias atrás entrámos numa aula de nível 4 ao som de "Guantanamera" e as mães dançavam animadamente com os seus pequenotes. Hoje, a música brasileira acompanhou a nossa aula de nível 2, e uma mamã dessa mesma nacionalidade, dançava com o seu bebé ao colo à saída da sala. Ainda na semana passada uma família chegada da Argentina, veio fazer a sua 1ª aula no Gymboree do Parque das Nações e curiosamente tocava naqueles instantes em que aguardavam o início da aula, uma música tradicional da Argentina que a mãe entoava alegremente pelo corredor fora! Há ainda quem compre o cd do estilo musical em vigor (a cada 3 semanas varia o estilo musical no programa de Música) e assim proporciona ao seu filhote uma contínua aprendizagem lúdica!
Estes cd's fazem as delícias dos pais, dos pequenotes... e dos professores também! (Eu adoro ouvi-los no carro!)
Pode encontrar estes cd's à venda no Gymboree do Parque das Nações e até ao final de Julho, na compra de um CD Putumayo Playground à sua escolha oferecemos-lhe um exemplar desta colecção de música variada!
C.A.

domingo, 6 de julho de 2008

(In)Consistências

Compreensivelmente, “é de partir o coração” ver uma criança choramingar, barafustar, refilar, insurgir-se quando se depara com a confirmação daquilo que previamente já tinha sido informada.

“Para irmos brincar no parque é preciso que antes arrumes os brinquedos que estão espalhados pelo chão do quarto dentro da caixa dos brinquedos.” Face a uma possível resistência inicial por parte da criança, a tendência será para repetir “as regras do jogo”. A criança poderá querer continuar a testar até onde pode ir. Irá repetir as regras mas, desta vez, provavelmente, o tom da sua voz terá aumentando ligeiramente de intensidade e as regras já serão formuladas pela negativa. “Se não arrumares já os brinquedos, não vamos ao parque.” Sem muito esforço ainda se acrescenta um “Não vais ao parque hoje, nem nos próximos dias!” Contudo, como já está cansado daquela “disputa” e porque não quer ver o quarto desarrumado, tenta de novo. “A mãe ajuda. Anda, trás lá essa peça.” “Não, não, não. Já disse que não.” Usa os seus últimos “pozinhos” de tolerância… “Vamos arrumar o quarto e depois o pai leva-te ao parque.” “Não. Arruma tu. És mau”. E vislumbra-se a cara de uma criança, de quatro anos, doce mas tristonha, inundada por um mar de lágrimas e salpicada com alguns soluços difíceis de controlar. E acaba por ceder… “Pronto. Eu arrumo e vamos para o parque. Mas é só desta vez. Não chores mais”.

Resultado: mãe ou pai vencido e sem forças e criança que aprendeu que consegue dar a volta ao crescido. Certamente, tentará fazê-lo outra, outra e outra vez. Quantas mais vezes o adulto ceder, mais argumentos a criança terá para apresentar…

Embora seja obviamente um caso caricaturado, ele espelha uma mensagem importante sobre uma forma de (in)consistência.

Mesmo neste tipo de situação, aparentemente mais “simples”, é importante não voltar atrás. Qualquer criança precisa de previsibilidade nas suas vidas, para se sentir segura e confiante. Em última análise, a criança numa situação como esta, aprende que não pode confiar naqueles crescidos. “Agora diz-me uma coisa e depois diz outra.”

Por muito que faça sofrer… A criança sofre no imediato porque não faz o que quer e os pais sofrem porque desesperam ao ver o seu rebento desesperado… A criança irá no futuro agradecer-lhe a sua coragem, a sua determinação e a sua consistência nos primeiros momentos de teste. Caso contrário, o mais provável será encontrarmos personagens "destes filmes" com 2, 3, 4, 5, 6,7,8 anos… Adolescentes que não conhecem limites. Adultos com grande dificuldade em saber lidar com tropeções…

Um dos “segredos” na educação de crianças, felizes, chama-se consistência. Particularmente, consistência das práticas parentais.



I.M.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

CANTO UM CANTO A UM CANTO

"Atravessando" o estilo Folk, experimentei introduzir um exercício no momento dos arcos da aula de nível 3 - os mais crescidos. A música refere-se a um salto, refere-se explicitamente a um salto "para o pé de mim".
- Então, saltem para o pé de mim! - Orientei antes de começarmos a cantar.
Primeiro salto: pais, avós e pequenotes a saltarem para o pé de mim, junto aos armários.
Segundo salto: pais, avós e pequenotes a saltarem para o pé de mim, junto à porta da sala.
No terceiro salto pensei onde me poderia colocar sem criar monotonias?... No canto! Ali cantei e, de súbito - já referi que a sala estava com 6 pequenotes e respectivos adultos, ou seja, 12 pessoas? -, fui alcançado por todos num turbilhão de diversão misturado com gargalhadas pueris e com alguns «abraços-bónus» espontâneos. Temos que reconhecer que se um exercício proposto não tem a aceitação desejada deve ser substituido, mas devemos, com o mesmo ponto de vista crítico, discriminar aqueles que resultam como quando canto um canto a um canto...
SSC

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Olha mãe! Está diferente!

Muda o tema da aula e com ele aparecem novos sorrisos, novos entusiasmos, novas brincadeiras, novas músicas e novas diversões!
E para nós, professores Gymboree, é com grande alegria que recebemos a nova lição! As músicas são cantadas até não conseguirmos mais... o que vai haver de novo? Como as crianças vão aderir às brincadeiras? Será que vão gostar das novas músicas? As aulas passam... As crianças adoram!... Riem, brincam e cantam... O resultado é sempre o mesmo! Começa com um "Mãe, olha! Está diferente!" para na aula da segunda semana ouvirmos: "Mãe, anda para aqui! Quero fazer aquilo como no outro dia!".
Também existem casos de pais mais entusiasmados que nos perguntam: "Vai fazer aquela brincadeira assim e assim? Achei tanta graça! E o M. adorou!". Mesmo aqueles que não conseguem vir sempre por diversos motivos, quando entram no Gymboree vêm com um sorriso do tamanho do mundo e ouvimos os pais: "Esteve o dia todo a dizer "Gymbo, Gymbo!"... ainda bem que conseguimos vir!".
Nós sorrimos e brincamos! É a única coisa que podemos fazer ao ver o quão queridas são as nossas brincadeiras! Sejam novas ou já antigas, são sempre fantásticas para os nossos pequeninos...
E com um Adeus, até à proxima vez! e um beijinho do nosso Gymbo, os nossos pequeninos vão embora para regressarem na semana a seguir com mais animação e alegria e já com muitas saudades.
M.B.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Posso ainda ser Pequenino mas faço uma Grande diferença!

Mais um sábado à tarde em ambiente de festa no Gymboree! Desta vez por uma causa solidária destinada a ajudar as vítimas do terramoto que recentemente abalou a China.

Milhares de crianças pelo Gymboree em todo o mundo soltaram sorrisos com o desejo de os espalhar além fronteiras e ajudar aqueles que mais precisam.

Não há dúvida que um sorriso vale mais que mil palavras! E durante a festa pudemos comprová-lo por várias vezes. Elejo 2 momentos especiais : o primeiro, em que todos em conjunto fizemos o airlog (rolo gigante) rolar ao longo dos colchões, cortando a relva do jardim - "brummmmmm" - e repetimo-lo tantas vezes quanto o entusiasmo das crianças pedia! O segundo reporta-nos ao ex-líbris das aulas Gymboree - o pára-quedas com as bolinhas de "sabão" andando à volta, à volta, à volta... e "Stop"!

Foi mais uma festa repleta de emoções: Alegria, Satisfação, Entusiasmo, Encanto e até alguma Saudade que se dissipava à medida que as memórias ganhavam vida e logo deixavam espelhar um reconhecimento feliz do espaço, das brincadeiras, das músicas... Que o digam estes papás http://paijoaoemaesofia.blogs.sapo.pt/.

Destaco ainda, do final da festa, a entrega dos diplomas aos nossos Pequenos Grandes Embaixadores da causa Kids helping Kids, onde se podia ler "Posso ainda ser pequenino mas faço uma grande diferença!"
C.A.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Carinho, Protecção e Respeito

A polémica parece estar instalada. Onde? Estados Unidos da América. Motivo? Um novo reality show – “Baby Borrowers”. Alguns bebés e crianças serão emprestados pelos seus próprios pais, por alguns dias, a um grupo de adolescentes que terá como missão provar a sua competência para cuidar…

Embora a situação ocorra do outro lado do oceano, penso que haverá motivo para reflectir sobre este assunto. E os ângulos de análise poderão ser diversos. Eu tenho pensando naqueles que são os “participantes à força”. Indiscutivelmente, está aqui em causa o bem-estar (global) de seres vulneráveis – bebés e crianças- que necessitam carinho, protecção e respeito. Eles serão separados dos seus pais, que depois do programa continuarão a ser seus pais, num momento crucial da sua vida. A separação dos pais ou de outro adulto cuidador de confiança, mesmo que por "apenas" três dias constituirá um período de stress para o bebé. Ele será entregue ao cuidado de alguém totalmente estranho e que, ao que parece, não tem também qualquer tipo de experiência no cuidado de bebés e crianças.
A investigação realizada ao longo de largas décadas tem demonstrado de forma consistente que a vinculação tem impacto quer no início da descoberta do “novo mundo” após o nascimento, quer em padrões de relacionamento posteriores, na idade adulta. O bebé necessita dos seus cuidadores, em quem confia, para se sentir seguro para explorar e conhecer o mundo que o rodeia, para se conhecer a si próprio e para estabelecer relações com os outros. Num dia aprendo a confiar numa pessoa… Noutro dia essa pessoa desaparece e surgem outras pessoas que não conheço e que não me conhecem. Depois volta a aparecer... Estou confuso. O que sentir? O que pensar? Apesar de não falarem, estes bebés terão muito a dizer… E arranjarão forma de se manifestar. No presente e no futuro.
Eles precisam de carinho, protecção e respeito!
I.M.

sábado, 28 de junho de 2008

Dicas para se organizarem!

Quando o vosso bebé nasce, a casa é preenchida pela sua presença e também por tudo o que se relaciona com bebés. Não é apenas o berço, o carrinho e o muda-fraldas que podem ter comprado antes do nascimento do bebé. A vossa casa vai ficar recheada com tudo, desde biberões e fraldas a roupinhas e brinquedos!

Sabemos que ter uma casa limpa, arrumada e em ordem não é a prioridade principal para a maioria dos novos pais. Mas adaptar as vossas expectativas e os sistemas de organização familiar deverão ser. Lembrem-se que não conseguirão fazer muito mais do que já fizeram nos dias que antecederam o nascimento do bebé. Sejam flexíveis! Façam listas mas não se aborreçam por não completarem todas as tarefas.

Coloquem à mão: fraldas, toalhitas, cremes e a roupa deve estar à distância de um braço da mesa muda-fraldas, para que não tenham que se afastar e deixar o bebé sozinho! E os acessórios para o banho, o gel de banho e as toalhas devem estar próximos na altura do banho.

Cada coisa no seu lugar: podem usar cestos, caixas ou caixotes para manterem os brinquedos arrumados. Também ajuda manter as roupas arrumadas por tamanho e estação - tudo o que serve agora deve estar nas gavetas superiores e o que está grande, mas que virá a servir brevemente, deverá ficar nas restantes! Ter um sistema de organização torna-vos tudo mais fácil, e a todos os cuidadores de crianças, para encontrarem rapidamente as roupas certas.

Para dias especiais ou mais tarde: Não têm que deixar à mão todas as roupas e brinquedos recebidos. Se tiverem brinquedos para idades superiores, poderão guardá-los e ficarão felizes de terem novos brinquedos quando a sua altura chegar! As roupas maiores ou para datas especiais poderão ser guardadas num armário.

Coragem! Não podem esperar que tenham todos os afazeres familiares feitos ao mesmo tempo, mas podem decidir fazer um tarefa por dia. Quer façam à noite ou de tarde durante a sesta do bebé, tornar a casa apresentável e cuidada pode ser relaxante para os pais.
F.M.

sexta-feira, 27 de junho de 2008











O Gymboree promove, até ao final de Junho, a campanha KIDS HELPING KIDS (campanha Gymboree em todo o mundo), uma iniciativa de angariação de fundos para ajudar as vítimas do terramoto que abalou a China no passado dia 12 de Maio. Para esta campanha, o Gymboree vai organizar, a 28 de Junho, uma festa com actividades e jogos surpresa que vai possibilitar ajudar as vítimas desta catástrofe, através dos valores de inscrição (5 € por criança, dos 18 meses aos 5 anos), que reverterão na totalidade para este efeito.

Para além desta festa, o Gymboree apresenta outras formas de apoiar esta causa - através da compra de CDs Putumayo, cujas vendas revertem totalmente a favor da causa, ou por contribuições voluntárias de valor livre.

Todos os donativos serão entregues à Mercy Corps, uma organização fundada em 1979, que trabalha localmente com dois parceiros, a China Foundation for Poverty Alleviation (CFPA) e a All China Youth Federation (ACYF) e que pretende ajudar as vítimas a longo prazo.

Para mais informações sobre esta campanha contacte o Gymboree Parque das Nações através do e-mail parquenacoes@gymboree.pt ou telefone 218949034 / 963676447.

Agradeço a todos a vossa atenção e espero vê-los no Sábado, dia 28 de Junho.

Até breve!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

"Quá, quá, quá..."

Hoje numa aula de Gymboree nível 4 (16-22 meses), no momento do pára-quedas estava eu sentada com o Gymbo no colo, mais uma mãe com a sua pequenota a acompanhar-me na música do "Conde de Almoster" a marcharem para cima e para baixo, para a esquerda e para a direita... Enquanto todos os restantes pequenotes com os seus pais e avós exploravam entusiasmadamente o tema "por cima e por baixo" nos vários equipamentos.
É nesta altura que surge a dúvida de continuar a cantar as músicas previstas para o momento do pára-quedas...ou simplesmente passar por cima delas e dar continuidade à aula. Decidi arriscar! Escolhi uma das músicas possíveis:"Estavam três patinhos no lago a brincar.... e como estavam longe ouviu-se a mãe chamar Quá Quá Quá..." e devagarinho, os pequenotes foram-se aproximando do pára-quedas, suscitados pela novidade da música e pelos gestos que fazia para acompanhar a letra. A imagem que guardo com mais ternura foi de uma menina que, em pé, mesmo no centro do pára-quedas dançava singelamente, imitando os meus gestos muito delicadamente.... e eis senão quando, após finalizar a música, a todos surpreendeu e para delícia da sua avó, com um suave "quá quá quá"! Foi uma risota geral!
Parece que é mesmo verdade, quem não arrisca não petisca! ;)
C.A.

ASPIRO, SECO OU DEPILO?

É com alegria e sentimento de dever cumprido que recebemos elogios dos nossos clientes.
É, também, muito gratificante saber que as técnicas aprendidas no Gymboree extravasam este espaço para o meio familiar.
Mas quando alguém que não faz cerimónia connosco e critica coerentemente aquilo que não gosta ou que não "serve p'ra nada", nos aborda com um exemplo concreto da eficácia de técnicas aprendidas no Gymboree, deixa-nos felizes e motiva-nos a continuar.
Falo de um parente muito próximo que frequentou o workshop The Happiest Baby e que manifesta regularmente as práticas mais-valias que este curso fornece. E, aliada ao seu pragmatismo, a criatividade desta mãe pode ser um exemplo a seguir.
Numa crise de choro do bebé, procurou-se acalmá-lo seguindo os passos aprendidos no referido Workshop. Isto tinha que passar, entre outras coisas, pelo som de um aspirador ou de um secador. Todavia, a necessidade aguça o engenho. Pois, o aspirador estava inacessível e o secador é demasiado quente para a época corrente. Assim... recorreu-se ao depilador eléctrico!

O resultado foi o querido.
De um mar de lágrimas passou ao sossego dos sonhos...

SSC