terça-feira, 29 de julho de 2008

Gymboree na Rádio Renascença (Entrevista Professora Filipa Marcelino)










Directamente do Site da Rádio Renascença:


Fazer ginástica como uma criança de 5 anos

Não pense que é fácil: exige persistência e energia!
Por isso, o Carlos Bastos quer convidá-lo a visitar um “Gymboree”, porque o exercício físico é fundamental para a saúde do corpo e da mente.E por falar em exercício, venha por à prova os seus conhecimentos de Cultura Geral, num passatempo que lhe dá prémios.Entre as 10h e as 13h fique na companhia do Carlos Bastos na Renascença, até porque, por aqui passam todas as canções da sua vida.

Adenda: Já pode ouvir em http://mediaserver.rr.pt/rr/audios/2005552723a5504.mp3

N.S.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

3 M's Ma ra vi lho sos !!!

M de Meninas, M de Magnífico, M é a letra inicial dos seus nomes... E estes são os 3 M's em destaque esta semana nas aulas Gymboree! Pois é, finalizada uma semana de aulas, repleta de muita alegria e diversão, relembro estes 3 momentos marcantes, relevantes, emocionantes e tantos outros adjectivos terminados em "antes"! E o que é mais engraçado é que cada um desses episódios se passou em aulas de diferentes níveis - 3, 4 e 5. Na passada terça-feira na aula de nível 3 a doce e comunicadora M. sentada ao colo da sua mãe expressou claramente o seu desejo de querer ouvir cantar uma música. O pedido feito por gestos, meio de comunicação preferido dos nossos pequenotes nesta idade, foi muito bem entendido pela sua mãe que o transmitiu à restante turma e todos nos divertimos a cantar e gesticular "Doidas, doidas, doidas andam as galinhas..."!
Na 5ª feira, numa aula de nível 4, uma homónima da primeira menina, mostrou claramente que começa a perceber como as coisas funcionam e que é capaz de apresentar soluções a problemas! Sentados no pára-quedas, uns acomodam-se no colo dos papás e avós, outros preferem executar a tarefa sozinhos.... E enquanto cantávamos o "Conde de Almoster" e as pernas dos adultos subiam e desciam e faziam os seus pequenotes oscilar da esquerda para a direita, a nossa M. imitava na integra e perfeitamente todos estes movimentos sozinha! Festejámos este momento e rimos muito!
A mais crescida M., finalista de nível 5, surpreendeu-me com o seu vocabulário inglês! No final da aula dançamos sempre com o Gymbo ao som de uma música com a letra original em inglês e foi emocionante ver a pequena grande M. cantar e dançar "up and down", "side to side", "twist, twist, twist" e por fim acenar-nos com um entusiasta e bem pronunciado "bye, bye, bye"!!
Obrigada princesinhas, obrigada papás e avós!
A próxima semana promete mais surpresas:)

C.A.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Conheces o Sr. da Pizza?

Entre farinha, molho de tomate e muito queijo têm-se passado as aulas de Nível 5. Primeiro temos que amassar a massa... Com o nosso rolo da massa gigante (Airlog) esticam bem a professora e os pais a acompanhar com gargalhadas deliciosas. Depois pomos o molho de tomate, e a melhor parte é estar dentro do frasco a transformar o tomate num molho delicioso!... ainda falta ralar o queijo (muito, muito queijo!) e pôr umas saborosas fatias de Peperoni! Pôr no forno com cuidado para não nos queimarmos e enquanto esperamos... chega o Pára-Quedas com maracas e uma música fantástica! "Conheces o Sr. da Pizza, o Sr. da Pizza, o Sr. da Pizza..." As nossas Pizzas foram muito bem condimentadas com muita diversão e ainda com uma pitada de risos e gargalhadas! O mais engraçado é que já houve pais que se juntaram em casa uns dos outros a fazerem pizzas com os mais pequenos e ao que parece foi super divertido! =)
M.B.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Alguém viu o urso?


Hoje, no final de uma aula de Artes II, fomos (tentar) caçar ursos. Chapéu de explorador na cabeça. Lenço de explorador ao pescoço. Lanterna na mão. Medo? Nãããooo!!! Subimos montanhas, passámos a correr as areias movediças, rebolámos na relva, atravessámos o rio a nado, rimos. Ursos? Nem vê-los. Entrámos na nossa grande tenda amarela para descansar e olhámos o céu estrelado. O galo cantou e um novo dia começou. De carro regressámos a casa. A professora não viu nenhum urso, mas há quem garanta ter caçado ursos! Parabéns grandes exploradores!
A alegria genuína foi constante. Ao fim de 1 hora sem dar descanso à imaginação, com muito empenho em todas as tarefas, as crianças continuavam cheias de energia, transbordando animação. Parecia que pediam mais…
No final, que mal pode ter um urso que teima ser macaco ou um urso com o nariz na testa? O processo criativo existe. O prazer da descoberta está lá!
Obrigada artistas!

I.M.

domingo, 20 de julho de 2008

Deixá-lo ir...

A primeira sopa, o primeiro passo, a fralda que se deixa, a roupa que se quer escolher, o discurso cada vez mais argumentativo, um deixa estar porque eu sou capaz... Cada nova conquista do seu “bebé” representa uma aproximação do(s) momento(s) de “deixá-lo ir”.
Permitir que a criança caminhe no sentido da sua autonomia, nem sempre é fácil. Mas, garantidamente, é essencial para o crescimento saudável de um ser humano. Mães e pais que, de forma consistente, transmitem ao seu filho a mensagem de que não vão conseguir fazer sozinhos determinada coisa, privam-no da importância da noção de independência. “Cuidado! Vais cair das escadas. Dá cá a mão.” “Que lento. E deixas tudo sujo. Abre a boca para eu te dar o resto do almoço.” “A mãezinha dá-te banho porque, se tomares banho sem ajuda, o cabelo não vai ficar bem lavado”. “Vá filhote, eu faço a cama. Fica com os lençóis mais esticados.” Os personagens principais destes pequenos filmes são pais e mães que procuram dar respostas as suas próprias necessidades. Os personagens secundários são crianças, jovens e, por vezes adultos, que não conhecem o que é ser autónomo.
Não existem guias sobre a melhor forma de estimular a autonomia ou sobre que áreas devem ser estimuladas em que momento. Deve existir sobretudo bom senso. É fundamental que não se agarre firmemente à desculpa “Faço isto porque gosto de ti.” Ou “Faço-o para o teu bem”. É importante que exista sempre a humildade de cada cuidador pensar com frequência “Faço isto em prol do bem-estar do meu "bebé”? Estou verdadeiramente a ajudá-lo a ser um ser humano adaptado à realidade? Ou será que faço isto porque eu preciso de o fazer, porque estou a satisfazer uma necessidade minha? Estarei a tomar esta atitude porque não quero deixá-lo ir?”
I.M.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Sabia que...?

A Música influencia diversas áreas de desenvolvimento da criança, nomeadamente a área cognitiva, fisica e social-emocional. Crê-se que activa o cérebro por inteiro ajudando num desenvolvimento global da criança como o desenvolvimento da linguagem, memória, coordenação motora, socialização, entre muitas outras coisas. Serve, também, de veículo para exprimir, sentir e pensar.
Se já experimentou uma das nossas aulas de música, sabe certamente como fazemos chegar a música às crianças de uma forma lúdica que as prende e que adoram, ajudando-as a crescer com alguns conhecimentos musicais e um óptimo desenvolvimento!
MB

terça-feira, 15 de julho de 2008

É tão bom socializar!

A propósito do tema das aulas Gymboree de nível 2 e 3 durante estas duas próximas semanas, fui pesquisar algo mais sobre a socialização na infância.
As experiências afectivas nos primeiros anos de vida são determinantes para que a pessoa estabeleça padrões de conduta e formas de lidar com as próprias emoções. Logo, a qualidade dos laços afectivos são muito importantes para o desenvolvimento físico e cognitivo da criança. O bebé, nos primeiros meses de vida, já começa a desenvolver as expressões faciais, o choro, o sorriso e os movimentos para se fazer entender e comunicar. Tais comportamentos auxiliam o bebé a sobreviver, pois os adultos reagem, respondendo adequadamente. As situações quotidianas são momentos privilegiados de afecto, socialização e aprendizagem.
Ficam algumas dicas:
  • A hora do banho e a troca de fraldas permitem o toque. Aproveite e faça uma massagem no corpinho do seu bebé. Ele ficará relaxado, feliz e sentir-se-á muito seguro.
  • A refeição pode ser uma oportunidade de contacto com a oralidade, e algumas refeições até podem ser ocasião de encontro com pessoas de diferentes gerações, como por exemplo, em encontros familiares. Sabemos também que experiências vividas na infância podem ser evocadas através dos odores e sabores que ficam guardados na nossa memória.
  • O colo contribui para amadurecer o aspecto emocional do bebé, pois significa apoio e segurança.
  • Os momentos de brincadeira, leitura de histórias e músicas auxiliam na socialização do bebé com outras crianças e adultos. (cit. por Virginia Bedin)

C.A.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Com que cores pintar as paredes?



Esta semana decorreu a apresentação das tintas Baby Paint - Bondex da Dyrup, no Gymboree – Parque das Nações. Foi muito interessante e relacionado com a nossa área de trabalho!
Contámos com a presença da Dra. Mónica Pinto, Pediatra de Desenvolvimento Infantil, que falou da importância das cores nas primeiras idades.
Deixamos aqui algumas dicas sobre as melhores cores para pintar o quarto do seu pequenote!


Em relação às cores, não é recomendável a utilização das cores preta e branca, pois assim as capacidades de percepção do bebé são pouco estimuladas.

O vermelho pode aparecer numa peça do quarto, permitindo assim o desenvolvimento da acuidade visual do recém-nascido, pelo contraste verificado entre as cores.

Deve usar tons fortes e evitar a proximidade de tons semelhantes com as mesmas categorias (com fraca discriminação de tonalidades).

Os recém-nascidos observam preferencialmente as linhas curvas às linhas rectas e apenas quando os contornos são curvos.


Tendencialmente, as crianças observam mais os contornos das formas do que o seu interior.

Tendem a olhar mais para desenhos com mais elementos na metade superior.

E, claro está, é evidente a sua preferência por faces!




Em relação ao impacto das cores no comportamento dos bebés:



Violeta, Vermelho, Azul, Laranja – são cores estimulantes e energizantes.
Amarelo – é calmante e relaxante.
Verde e Rosa – são cores desinteressantes.
Castanho e Caqui – são cores repelentes e aversivas.








A DYRUP apresenta 10 cores para decorar o quarto do seu pequenote:

As “bem-estar” (como o azul céu e o amarelo suave - a colocar em paredes próximas da zona de dormir), as “calmantes” (como o rosa forte e o amarelo - para superfícies maiores do quarto) e as “estimulantes” (como o vermelho e o azul - em pequenas superfícies com formas e nos espaços de brincar)!


Sabia que o seu bebé não vê as cores pastel e neutras?

F.M.



quinta-feira, 10 de julho de 2008

SOLETRANDO GYMBOREE

G - Grande e Global!
Y - Yupee! Yes!
M - Magnífico! (Modesto!)
B - Belo! Bombástico!
O - Óptimo!
R - Respeitado! Recomendável!
E - Estranhado? Talvez de início.
E - Entranhado? Sempre!

Não me diga que ainda não conhecia o Gymboree?!


SSC

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Já experimentou jogar Futebol com o seu bebé?

Pois é! É uma delícia ver os nossos bebés de N2 a rir à gargalhada quando estão no meio de bolas de praia sem se cansarem de dar pontapés! Experimente colocar umas quantas Bolas de Praia Gymboree (esta bola tem cores e padrões muito apelativos, o que promove a estimulação visual) à frente do seu bebé e, ao segurá-lo por baixo dos braços, balance-o de maneira a que ele dê pontapés nas bolas. Poderá ainda tornar a brincadeira mais divertida se juntar as suas amigas com respectivos bebés.
Ao passar a bola aos outros bebés, para além da estimulação visual e táctil e noção de causa-efeito, o seu bebé estará, também, a desenvolver a área social, respondendo com sorrisos, risos ou caretas aos companheiros de equipa.
Vejam-nos a rir de felicidade e com muita diversão!
MB

terça-feira, 8 de julho de 2008

Putumayo Playground presents...

Putumayo Playground, já ouviu falar?
É uma colecção de cd's de música infantil inter-continental, desde a música asiática, à latina, passando pelo reggae ou pelo folk! Ouvimos estas e tantas outras colectâneas nas nossas aulas Gymboree e, genericamente, pais e crianças manifestam o seu agrado com as diversas melodias e ritmos, uns mais calmos como as lullabies e outros mais "quentes" e animados, como os do Caribe.
Há uns dias atrás entrámos numa aula de nível 4 ao som de "Guantanamera" e as mães dançavam animadamente com os seus pequenotes. Hoje, a música brasileira acompanhou a nossa aula de nível 2, e uma mamã dessa mesma nacionalidade, dançava com o seu bebé ao colo à saída da sala. Ainda na semana passada uma família chegada da Argentina, veio fazer a sua 1ª aula no Gymboree do Parque das Nações e curiosamente tocava naqueles instantes em que aguardavam o início da aula, uma música tradicional da Argentina que a mãe entoava alegremente pelo corredor fora! Há ainda quem compre o cd do estilo musical em vigor (a cada 3 semanas varia o estilo musical no programa de Música) e assim proporciona ao seu filhote uma contínua aprendizagem lúdica!
Estes cd's fazem as delícias dos pais, dos pequenotes... e dos professores também! (Eu adoro ouvi-los no carro!)
Pode encontrar estes cd's à venda no Gymboree do Parque das Nações e até ao final de Julho, na compra de um CD Putumayo Playground à sua escolha oferecemos-lhe um exemplar desta colecção de música variada!
C.A.

domingo, 6 de julho de 2008

(In)Consistências

Compreensivelmente, “é de partir o coração” ver uma criança choramingar, barafustar, refilar, insurgir-se quando se depara com a confirmação daquilo que previamente já tinha sido informada.

“Para irmos brincar no parque é preciso que antes arrumes os brinquedos que estão espalhados pelo chão do quarto dentro da caixa dos brinquedos.” Face a uma possível resistência inicial por parte da criança, a tendência será para repetir “as regras do jogo”. A criança poderá querer continuar a testar até onde pode ir. Irá repetir as regras mas, desta vez, provavelmente, o tom da sua voz terá aumentando ligeiramente de intensidade e as regras já serão formuladas pela negativa. “Se não arrumares já os brinquedos, não vamos ao parque.” Sem muito esforço ainda se acrescenta um “Não vais ao parque hoje, nem nos próximos dias!” Contudo, como já está cansado daquela “disputa” e porque não quer ver o quarto desarrumado, tenta de novo. “A mãe ajuda. Anda, trás lá essa peça.” “Não, não, não. Já disse que não.” Usa os seus últimos “pozinhos” de tolerância… “Vamos arrumar o quarto e depois o pai leva-te ao parque.” “Não. Arruma tu. És mau”. E vislumbra-se a cara de uma criança, de quatro anos, doce mas tristonha, inundada por um mar de lágrimas e salpicada com alguns soluços difíceis de controlar. E acaba por ceder… “Pronto. Eu arrumo e vamos para o parque. Mas é só desta vez. Não chores mais”.

Resultado: mãe ou pai vencido e sem forças e criança que aprendeu que consegue dar a volta ao crescido. Certamente, tentará fazê-lo outra, outra e outra vez. Quantas mais vezes o adulto ceder, mais argumentos a criança terá para apresentar…

Embora seja obviamente um caso caricaturado, ele espelha uma mensagem importante sobre uma forma de (in)consistência.

Mesmo neste tipo de situação, aparentemente mais “simples”, é importante não voltar atrás. Qualquer criança precisa de previsibilidade nas suas vidas, para se sentir segura e confiante. Em última análise, a criança numa situação como esta, aprende que não pode confiar naqueles crescidos. “Agora diz-me uma coisa e depois diz outra.”

Por muito que faça sofrer… A criança sofre no imediato porque não faz o que quer e os pais sofrem porque desesperam ao ver o seu rebento desesperado… A criança irá no futuro agradecer-lhe a sua coragem, a sua determinação e a sua consistência nos primeiros momentos de teste. Caso contrário, o mais provável será encontrarmos personagens "destes filmes" com 2, 3, 4, 5, 6,7,8 anos… Adolescentes que não conhecem limites. Adultos com grande dificuldade em saber lidar com tropeções…

Um dos “segredos” na educação de crianças, felizes, chama-se consistência. Particularmente, consistência das práticas parentais.



I.M.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

CANTO UM CANTO A UM CANTO

"Atravessando" o estilo Folk, experimentei introduzir um exercício no momento dos arcos da aula de nível 3 - os mais crescidos. A música refere-se a um salto, refere-se explicitamente a um salto "para o pé de mim".
- Então, saltem para o pé de mim! - Orientei antes de começarmos a cantar.
Primeiro salto: pais, avós e pequenotes a saltarem para o pé de mim, junto aos armários.
Segundo salto: pais, avós e pequenotes a saltarem para o pé de mim, junto à porta da sala.
No terceiro salto pensei onde me poderia colocar sem criar monotonias?... No canto! Ali cantei e, de súbito - já referi que a sala estava com 6 pequenotes e respectivos adultos, ou seja, 12 pessoas? -, fui alcançado por todos num turbilhão de diversão misturado com gargalhadas pueris e com alguns «abraços-bónus» espontâneos. Temos que reconhecer que se um exercício proposto não tem a aceitação desejada deve ser substituido, mas devemos, com o mesmo ponto de vista crítico, discriminar aqueles que resultam como quando canto um canto a um canto...
SSC

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Olha mãe! Está diferente!

Muda o tema da aula e com ele aparecem novos sorrisos, novos entusiasmos, novas brincadeiras, novas músicas e novas diversões!
E para nós, professores Gymboree, é com grande alegria que recebemos a nova lição! As músicas são cantadas até não conseguirmos mais... o que vai haver de novo? Como as crianças vão aderir às brincadeiras? Será que vão gostar das novas músicas? As aulas passam... As crianças adoram!... Riem, brincam e cantam... O resultado é sempre o mesmo! Começa com um "Mãe, olha! Está diferente!" para na aula da segunda semana ouvirmos: "Mãe, anda para aqui! Quero fazer aquilo como no outro dia!".
Também existem casos de pais mais entusiasmados que nos perguntam: "Vai fazer aquela brincadeira assim e assim? Achei tanta graça! E o M. adorou!". Mesmo aqueles que não conseguem vir sempre por diversos motivos, quando entram no Gymboree vêm com um sorriso do tamanho do mundo e ouvimos os pais: "Esteve o dia todo a dizer "Gymbo, Gymbo!"... ainda bem que conseguimos vir!".
Nós sorrimos e brincamos! É a única coisa que podemos fazer ao ver o quão queridas são as nossas brincadeiras! Sejam novas ou já antigas, são sempre fantásticas para os nossos pequeninos...
E com um Adeus, até à proxima vez! e um beijinho do nosso Gymbo, os nossos pequeninos vão embora para regressarem na semana a seguir com mais animação e alegria e já com muitas saudades.
M.B.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Posso ainda ser Pequenino mas faço uma Grande diferença!

Mais um sábado à tarde em ambiente de festa no Gymboree! Desta vez por uma causa solidária destinada a ajudar as vítimas do terramoto que recentemente abalou a China.

Milhares de crianças pelo Gymboree em todo o mundo soltaram sorrisos com o desejo de os espalhar além fronteiras e ajudar aqueles que mais precisam.

Não há dúvida que um sorriso vale mais que mil palavras! E durante a festa pudemos comprová-lo por várias vezes. Elejo 2 momentos especiais : o primeiro, em que todos em conjunto fizemos o airlog (rolo gigante) rolar ao longo dos colchões, cortando a relva do jardim - "brummmmmm" - e repetimo-lo tantas vezes quanto o entusiasmo das crianças pedia! O segundo reporta-nos ao ex-líbris das aulas Gymboree - o pára-quedas com as bolinhas de "sabão" andando à volta, à volta, à volta... e "Stop"!

Foi mais uma festa repleta de emoções: Alegria, Satisfação, Entusiasmo, Encanto e até alguma Saudade que se dissipava à medida que as memórias ganhavam vida e logo deixavam espelhar um reconhecimento feliz do espaço, das brincadeiras, das músicas... Que o digam estes papás http://paijoaoemaesofia.blogs.sapo.pt/.

Destaco ainda, do final da festa, a entrega dos diplomas aos nossos Pequenos Grandes Embaixadores da causa Kids helping Kids, onde se podia ler "Posso ainda ser pequenino mas faço uma grande diferença!"
C.A.