MB
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Já estou tão crescido!
MB
terça-feira, 29 de julho de 2008
Gymboree na Rádio Renascença (Entrevista Professora Filipa Marcelino)
Directamente do Site da Rádio Renascença:
Fazer ginástica como uma criança de 5 anos
Não pense que é fácil: exige persistência e energia!
Por isso, o Carlos Bastos quer convidá-lo a visitar um “Gymboree”, porque o exercício físico é fundamental para a saúde do corpo e da mente.E por falar em exercício, venha por à prova os seus conhecimentos de Cultura Geral, num passatempo que lhe dá prémios.Entre as 10h e as 13h fique na companhia do Carlos Bastos na Renascença, até porque, por aqui passam todas as canções da sua vida.
Adenda: Já pode ouvir em http://mediaserver.rr.pt/rr/audios/2005552723a5504.mp3
N.S.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
3 M's Ma ra vi lho sos !!!
Na 5ª feira, numa aula de nível 4, uma homónima da primeira menina, mostrou claramente que começa a perceber como as coisas funcionam e que é capaz de apresentar soluções a problemas! Sentados no pára-quedas, uns acomodam-se no colo dos papás e avós, outros preferem executar a tarefa sozinhos.... E enquanto cantávamos o "Conde de Almoster" e as pernas dos adultos subiam e desciam e faziam os seus pequenotes oscilar da esquerda para a direita, a nossa M. imitava na integra e perfeitamente todos estes movimentos sozinha! Festejámos este momento e rimos muito!
A mais crescida M., finalista de nível 5, surpreendeu-me com o seu vocabulário inglês! No final da aula dançamos sempre com o Gymbo ao som de uma música com a letra original em inglês e foi emocionante ver a pequena grande M. cantar e dançar "up and down", "side to side", "twist, twist, twist" e por fim acenar-nos com um entusiasta e bem pronunciado "bye, bye, bye"!!
Obrigada princesinhas, obrigada papás e avós!
A próxima semana promete mais surpresas:)
C.A.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Conheces o Sr. da Pizza?
terça-feira, 22 de julho de 2008
Alguém viu o urso?
A alegria genuína foi constante. Ao fim de 1 hora sem dar descanso à imaginação, com muito empenho em todas as tarefas, as crianças continuavam cheias de energia, transbordando animação. Parecia que pediam mais…
No final, que mal pode ter um urso que teima ser macaco ou um urso com o nariz na testa? O processo criativo existe. O prazer da descoberta está lá!
Obrigada artistas!
domingo, 20 de julho de 2008
Deixá-lo ir...
Permitir que a criança caminhe no sentido da sua autonomia, nem sempre é fácil. Mas, garantidamente, é essencial para o crescimento saudável de um ser humano. Mães e pais que, de forma consistente, transmitem ao seu filho a mensagem de que não vão conseguir fazer sozinhos determinada coisa, privam-no da importância da noção de independência. “Cuidado! Vais cair das escadas. Dá cá a mão.” “Que lento. E deixas tudo sujo. Abre a boca para eu te dar o resto do almoço.” “A mãezinha dá-te banho porque, se tomares banho sem ajuda, o cabelo não vai ficar bem lavado”. “Vá filhote, eu faço a cama. Fica com os lençóis mais esticados.” Os personagens principais destes pequenos filmes são pais e mães que procuram dar respostas as suas próprias necessidades. Os personagens secundários são crianças, jovens e, por vezes adultos, que não conhecem o que é ser autónomo.
Não existem guias sobre a melhor forma de estimular a autonomia ou sobre que áreas devem ser estimuladas em que momento. Deve existir sobretudo bom senso. É fundamental que não se agarre firmemente à desculpa “Faço isto porque gosto de ti.” Ou “Faço-o para o teu bem”. É importante que exista sempre a humildade de cada cuidador pensar com frequência “Faço isto em prol do bem-estar do meu "bebé”? Estou verdadeiramente a ajudá-lo a ser um ser humano adaptado à realidade? Ou será que faço isto porque eu preciso de o fazer, porque estou a satisfazer uma necessidade minha? Estarei a tomar esta atitude porque não quero deixá-lo ir?”
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Sabia que...?
terça-feira, 15 de julho de 2008
É tão bom socializar!
As experiências afectivas nos primeiros anos de vida são determinantes para que a pessoa estabeleça padrões de conduta e formas de lidar com as próprias emoções. Logo, a qualidade dos laços afectivos são muito importantes para o desenvolvimento físico e cognitivo da criança. O bebé, nos primeiros meses de vida, já começa a desenvolver as expressões faciais, o choro, o sorriso e os movimentos para se fazer entender e comunicar. Tais comportamentos auxiliam o bebé a sobreviver, pois os adultos reagem, respondendo adequadamente. As situações quotidianas são momentos privilegiados de afecto, socialização e aprendizagem.
Ficam algumas dicas:
- A hora do banho e a troca de fraldas permitem o toque. Aproveite e faça uma massagem no corpinho do seu bebé. Ele ficará relaxado, feliz e sentir-se-á muito seguro.
- A refeição pode ser uma oportunidade de contacto com a oralidade, e algumas refeições até podem ser ocasião de encontro com pessoas de diferentes gerações, como por exemplo, em encontros familiares. Sabemos também que experiências vividas na infância podem ser evocadas através dos odores e sabores que ficam guardados na nossa memória.
- O colo contribui para amadurecer o aspecto emocional do bebé, pois significa apoio e segurança.
- Os momentos de brincadeira, leitura de histórias e músicas auxiliam na socialização do bebé com outras crianças e adultos. (cit. por Virginia Bedin)
C.A.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Com que cores pintar as paredes?
Deixamos aqui algumas dicas sobre as melhores cores para pintar o quarto do seu pequenote!
Em relação às cores, não é recomendável a utilização das cores preta e branca, pois assim as capacidades de percepção do bebé são pouco estimuladas.
O vermelho pode aparecer numa peça do quarto, permitindo assim o desenvolvimento da acuidade visual do recém-nascido, pelo contraste verificado entre as cores.
Deve usar tons fortes e evitar a proximidade de tons semelhantes com as mesmas categorias (com fraca discriminação de tonalidades).
Os recém-nascidos observam preferencialmente as linhas curvas às linhas rectas e apenas quando os contornos são curvos.
Tendencialmente, as crianças observam mais os contornos das formas do que o seu interior.
Tendem a olhar mais para desenhos com mais elementos na metade superior.
E, claro está, é evidente a sua preferência por faces!

Violeta, Vermelho, Azul, Laranja – são cores estimulantes e energizantes.
Amarelo – é calmante e relaxante.
Verde e Rosa – são cores desinteressantes.
Castanho e Caqui – são cores repelentes e aversivas.
A DYRUP apresenta 10 cores para decorar o quarto do seu pequenote:
Sabia que o seu bebé não vê as cores pastel e neutras?
quinta-feira, 10 de julho de 2008
SOLETRANDO GYMBOREE
Y - Yupee! Yes!
M - Magnífico! (Modesto!)
B - Belo! Bombástico!
O - Óptimo!
R - Respeitado! Recomendável!
E - Estranhado? Talvez de início.
E - Entranhado? Sempre!
Não me diga que ainda não conhecia o Gymboree?!
SSC
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Já experimentou jogar Futebol com o seu bebé?
terça-feira, 8 de julho de 2008
Putumayo Playground presents...
domingo, 6 de julho de 2008
(In)Consistências
Compreensivelmente, “é de partir o coração” ver uma criança choramingar, barafustar, refilar, insurgir-se quando se depara com a confirmação daquilo que previamente já tinha sido informada.
“Para irmos brincar no parque é preciso que antes arrumes os brinquedos que estão espalhados pelo chão do quarto dentro da caixa dos brinquedos.” Face a uma possível resistência inicial por parte da criança, a tendência será para repetir “as regras do jogo”. A criança poderá querer continuar a testar até onde pode ir. Irá repetir as regras mas, desta vez, provavelmente, o tom da sua voz terá aumentando ligeiramente de intensidade e as regras já serão formuladas pela negativa. “Se não arrumares já os brinquedos, não vamos ao parque.” Sem muito esforço ainda se acrescenta um “Não vais ao parque hoje, nem nos próximos dias!” Contudo, como já está cansado daquela “disputa” e porque não quer ver o quarto desarrumado, tenta de novo. “A mãe ajuda. Anda, trás lá essa peça.” “Não, não, não. Já disse que não.” Usa os seus últimos “pozinhos” de tolerância… “Vamos arrumar o quarto e depois o pai leva-te ao parque.” “Não. Arruma tu. És mau”. E vislumbra-se a cara de uma criança, de quatro anos, doce mas tristonha, inundada por um mar de lágrimas e salpicada com alguns soluços difíceis de controlar. E acaba por ceder… “Pronto. Eu arrumo e vamos para o parque. Mas é só desta vez. Não chores mais”.
Resultado: mãe ou pai vencido e sem forças e criança que aprendeu que consegue dar a volta ao crescido. Certamente, tentará fazê-lo outra, outra e outra vez. Quantas mais vezes o adulto ceder, mais argumentos a criança terá para apresentar…
Embora seja obviamente um caso caricaturado, ele espelha uma mensagem importante sobre uma forma de (in)consistência.
Mesmo neste tipo de situação, aparentemente mais “simples”, é importante não voltar atrás. Qualquer criança precisa de previsibilidade nas suas vidas, para se sentir segura e confiante. Em última análise, a criança numa situação como esta, aprende que não pode confiar naqueles crescidos. “Agora diz-me uma coisa e depois diz outra.”
Por muito que faça sofrer… A criança sofre no imediato porque não faz o que quer e os pais sofrem porque desesperam ao ver o seu rebento desesperado… A criança irá no futuro agradecer-lhe a sua coragem, a sua determinação e a sua consistência nos primeiros momentos de teste. Caso contrário, o mais provável será encontrarmos personagens "destes filmes" com 2, 3, 4, 5, 6,7,8 anos… Adolescentes que não conhecem limites. Adultos com grande dificuldade em saber lidar com tropeções…
Um dos “segredos” na educação de crianças, felizes, chama-se consistência. Particularmente, consistência das práticas parentais.
I.M.
