Como um pedaço de mar salgado roubado ao oceano. Podemos contemplá-lo mesmo junto à cabeceira antes de adormecer, seguindo as bolhinhas que saem das guelras dos peixinhos dourados, ou numa sala quente e iluminada, enquanto ouvimos a chuva cair lá fora, como pingos de água que escorrem de uma torneira mal fechada.
Fechamos os olhos. No momento seguinte fazemos de conta que escorregamos num cano de água, sentados em cima de uma gota de água, sentindo a ondulação mesmo debaixo do nosso corpo. A chuva cai forte e nós gostamos de correr para salpicar os nossos pais, damos grandes saltos nas poças de água e “SPLASH! Molhei-te!”.
Segue-se um passeio até ao rio. Atravessamos uma ponte e cá em baixo conseguimos contar os peixinhos que nadam entre as ondas. Juntamo-nos a eles e, dando um grande mergulho, pomo-nos a nadar com os nossos pais. Esquecemos o frio e pomo-nos a pescar. Lançamos a cana de pesca e os nossos pais acompanham-nos nesta pescaria.
Voltamos a casa com os cestos repletos de peixinhos do rio! Chamamos o nosso aquário, que parece uma banheira muito grande e pintada de peixes multicolores, tartarugas e tubarões. Mergulhamos neste aquário enorme e damos um banho aos peixes, enquanto os alimentamos com as suas comidas preferidas. Mas que bela tarde para uma grande pescaria…











